Título: A livraria mágica de Paris Autora: Nina George Mês: Dezembro Tema: Um autor que você nunca tenha lido
Editora Record, 308p.
Sinopse: Uma história emocionante de amor, de perda, e do poder dos livros. O livreiro parisiense Jean Perdu sabe exatamente que livro cada cliente deve ler para amenizar os sofrimentos da alma. Em seu barco-livraria, ele vende romances como se fossem remédios. Infelizmente, o único sofrimento que não consegue curar é o seu: a desilusão amorosa que o atormenta há 21 anos, desde que a bela Manon partiu enquanto ele dormia. Tudo o que ela deixou foi uma carta — que Perdu não teve coragem de ler. Até um determinado verão — o verão que muda tudo e que leva Monsieur Perdu a abandonar a casa na estreita rue Montagnard e a embarcar numa jornada que o levará ao coração da Provence e de volta ao mundo dos vivos. Sucesso de público e crítica, repleto de momentos deliciosos e salpicado com uma boa dose de aventura, “A livraria mágica de Paris” é uma carta de amor aos livros — perfeito para quem acredita no poder que as histórias têm de influenciar nossas vidas.
Esse livro não foi nada do que eu imaginava. Não sei por quê, mas toda vez que pego um livro onde o protagonista é masculino, é o narrador da história e está sofrendo por amor, eu não consigo gostar. Não sei se é preconceito ou o quê, só sei que não me apetece. A premissa da história é bonita, o ambiente onde ela se centra é uma livraria (que foi o que me levou a lê-lo), mas não me senti cativada. Sim, eu gostei das indicações de livros que o livreiro faz, e também curti que não demorou muito para que se revelasse o motivo do abandono que ele sofreu, coisa que me deixou em dúvida até o fim da história, mas isso foi bom, caso contrário eu teria (muito provavelmente) abandonado o livro. Apesar das minhas ressalvas pessoais, eu recomendo para quem curte um drama.
Título: Sherlock: o banqueiro cego Autores: Steven Moffat, Mark Gatiss, Jay
Mês: Novembro Tema: Um livro que ganhou uma adaptação
Editora Panini Comics, 196p.
Sherlock Holmes e John Watson estão se adaptando nessa nova vida de dividir um apartamento. John consegue arranjar um trabalho enquanto Sherlock é indiferente ao assunto, apesar de estarem ambos precisando de dinheiro. Quando começam a surgir suicídios (ou assassinatos) que tudo indica estarem ligados a uma máfia, Sherlock e John entram na investigação.
Faz mais ou menos um ano que eu vi esse episódio da série Sherlock Holmes (eu ainda não saí da segunda temporada, diga-se de passagem), então ainda tenho tudo fresquinho na memória. Como em Um estudo em rosa, a HQ não fica a dever em nada ao episódio. A ironia dos personagens, a ação da trama, está tudo aí.
Título: Negação Autora: Deborah E. Lipstadt Mês: Outubro Tema: Um livro que comece com a inicial do seu nome
Editora Universo dos Livros, 432p.
Deborah E. Lipestadt é uma conceituada historiada e professora em uma universidade renomada em Atlanta. Ao receber uma carta da Peguin Editora, responsável pela publicação de seu livro Denying the holocaust, Deborah não sabe exatamente como reagir a notícia de que está sendo processada por David Irving, um renomado estudioso de Hitler também famoso por ser um negacionista do holocausto. Em seu livro, Deborah o cita de maneira negativa e David resolve processá-la por difamação, mas diferente de como acontece nos EUA (onde o acusador teria que provar que Deborah mentira), na Inglaterra é a parte acusada que deve provar que está dizendo a verdade. E assim começa um processo que levará anos até que ambos se ponham na frente do juiz. O julgamento começa e à medida que estudiosos e especialistas começam suas explicações, as verdades, mentiras e distorções sobre um dos períodos mais negros da história humana são expostas.
A primeira vez que entrei em contato com a história do julgamento de Deborah Lipstad foi através do filme de mesmo nome lançado em 2017. Não só porque o elenco é excelente, mas porque a temática, apesar de polêmica, também é um assunto que vale qualquer debate. Então quando peguei o livro, já sabia o que ia encontrar e esperava que o livro fosse mais profundo e abrangente. O que, obviamente ele é. Recheado de detalhes sobre ao extermínio de judeus, o livro também traz logo no início um breve resumo da vida de Deborah e o caminho que ela trilhou até se transformar na professora conceituada que é hoje.
Ao mesmo tempo, dá uma vontade imensa de esganar David Irving. Primeiro, ele não nega que os judeus foram vítimas da guerra, ele só “não admite” que o comando de exterminá-los partiu de Hitler, que as mortes não foram casualidades da guerra, que os campos não tinham como objetivo o extermínio, e finalmente, que tudo não passa de lenda para os judeus adquirirem vantagem financeira.
“Um extermínio é um extermínio”, respondeu em voz baixa. Irving continuou insistindo que aquelas pessoas morreram em virtude de “condições ruins” e não de um sistema de extermínio planejado e o rosto de Peter foi ficando cada vez mais vermelho. Virando-se de modo a não olhar para Irving, falou duramente: “O propósito do campo de concentração não era manter os prisioneiros vivos. […] o propósito do campo de concentração aqui era claramente fazer as pessoas morrerem. […] Não se pode compará-lo a uma prisão nem nada do tipo em um país civilizado".
A medida que o julgamento acontece, cada uma das alegações de Irving é demolida, mesmo com ele negando e negando e negando. A cada vez que a defesa ganhava em um ponto, eu celebrava. O final é excelente, claro depois de ver o filme, fiquei aliviada porque sabia qual seria a sentença. Um dos melhores livros que eu já li, na verdade essa livro é uma senhora aula de história. Completamente recomendado, assim como o filme.
O filme
Em segundo lugar, ficou claro desde o início que o filme seria uma defesa da verdade histórica. Defenderia que, embora os historiadores tenham o direito de interpretar os fatos de formas distintas, eles não têm o direito de conscientemente deturpar os fatos. Necessária aos historiadores, tal integridade certamente aplicasse também aos roteiristas. Se eu quisesse oferecer um relato do julgamento e do comportamento de David Irving, não poderia desfrutar da licença de especular ou inventar, a qual costuma ser concedida a escritores.
O filme é exatamente isso. Claro que o início é diferente, eles não perderam tempo explicando ou mostrando a vida de Deborah, mostram ela atuando em seu campo (ministrando aulas sobre o holocausto). A partir daí, começa a preparação de Deborah e sua equipe para lidar com Irving. Muita coisa ficou de fora da adaptação, claro, mas os principais aspectos estão presentes: a viagem a Auschwitz, a indignação de Deborah ao ser auxiliada a permanecer calada dentro e fora do tribunal, o depoimento de Van Pelt (um dos historiadores chamados pela defesa).
Uma das melhores cenas foi o momento da deliberação do juiz antes de todos se retirarem para que ele pudesse avaliar tudo e proferir a sentença (isso eles não mudaram praticamente nada e, como Deborah, você consegue sentir a total frustração – no meu caso, eu quase pirei de raiva com essa colocação):
Em seguida, fez o que descreveu como sendo sua “última pergunta”. “Se alguém é antissemita […] e extremista, ele é perfeitamente capaz de ser, por assim dizer, honestamente antissemita e honestamente extremista no sentido de ter essas visões e expressá-las porque elas são, de fato, suas visões?”
Rapidamente verifiquei a tela do computador para ter certeza de que tinha ouvido direito. O juiz Gray estava sugerindo que, se Irving honestamente acreditasse em suas declarações antissemitas e racistas, elas eram aceitáveis?
Como eu falei acima, o final é o que se espera de um tribunal justo, mesmo que às vezes durante o julgamento tenha parecido o contrário. Vale muito a pena. Para terminar, deixo aqui uma palestra de Deborah sobre o assunto:
Título: Game of thrones: por dentro da série da HBO – primeira e segunda temporadas Autor: Bryan Cogman Mês: Setembro Tema: Um livro com menos de 200 páginas
Editora Leya, 192p.
Sinopse: A superprodução Game of Thrones da HBO reina como a série de TV a cabo com maior audiência. Este livro dá aos milhares de fãs novas maneiras de entrar neste mundo de ficção e descobrir mais sobre os amados (e odiados) personagens e sobre os enredos eletrizantes. Centenas de fotos da produção dos sets e figurinos, história dos bastidores revelam como os criadores da série transformaram o best-seller de fantasia do George R.R. Martin no mundo de Westeros. Apresentando entrevistas com atores e membros da equipe que captam os melhores momentos das duas primeiras temporadas, bem como um prefácio de George R. R. Martin. Este volume especial, encadernado em capa ricamente trabalhada, oferece acesso exclusivo a esta série televisiva sem precedentes.
Esse livro é aquele tipo de coisa que vale a pena para quem é muito fã da série da HBO. E o livro em si é bom mesmo, principalmente levando-se em conta que fala das primeiras temporadas, que foram as melhoras (Ned, Robb, Catelyn, os lobos cinzentos ainda estavam vivos). Foi legal descobrir o processo de escolha dos atores para os papéis principais, quem fez teste e quem não fez, sobre os locais de filmagens e tudo isso que também pode ser encontrado nos extras dos dvds da série (para mim, valeu porque a minha ânsia de comprar os dvds acabou depois da sétima temporada). A diagramação é um primor, vale a pena.
Título: Elegy Autora: Amanda Hocking Mês: Agosto Tema: Releitura/Best seller
Editora St. Martin's Griffin, 304p.
Gemma finalmente encontrou o pergaminho que pode ajuda-la a quebrar a maldição, mas o objeto está protegido por encantos antigos que ela não ideia de como quebrar tal magia. Em sua busca desenfreada, ela encontra o imortal que amaldiçoou Penn e todas as sirenas. Ao mesmo tempo, Penn parece estar conseguindo roubar Daniel de Harper. Enquanto Gemma descobre a história misteriosa e trágica por trás da maldição, Thea também quer quebrar a maldição e se sente culpada por não impedir Penn há tantos anos atrás...
Gemma e Alex estão cada vez mais próximos, mesmo depois dela ter se afastado dele por questões de segurança (dele). Isso foi legal de ver, e balanceou os problemas sérios e graves entre Daniel e Harper. Novamente os elementos mitológicos da história prendem a atenção, principalmente a partir do momento em que Gemma encontra o imortal que lançou a maldição. Eu comecei essa trilogia esperando grandes coisas, nos livros intermediários a história se tornou mais-ou-menos, mas esta conclusão conseguiu me satisfazer. Recomendo.
Título: 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram Dom Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado Autor: Laurentino Gomes Mês: Julho Tema: Um livro com número no título
Editora Nova Fronteira, 352p.
Sinopse: Nesta nova aventura pela História, Laurentino Gomes, o autor do bestseller "1808", conduz o leitor por uma jornada pela Independência do Brasil. Resultado de três anos de pesquisas e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador Pedro I. “Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822", explica o autor. "A Independência resultou de uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”.
O segundo livro do Laurentino Gomes que eu leio e, como o primeiro, não deixa nada a dever no quesito da precisão das informações históricas. É sempre bom pegar um livro que acaba com certos mitos, no caso, da independência brasileira que, de pacífica, não teve nada (durante os 21 meses em que durou esse processo, milhares de pessoas morreram em ambos os lados). Esse é (ou deveria ser) um livro de leitura obrigatória, pela qualidade do trabalho que nos leva a saber mais sobre a nossa história.
Título: A ascensão das trevas Autora: Morgan Rhodes Mês: Junho Tema: Um livro do seu gênero favorito
Editora Seguinte, 424p.
Gaius conquistou Mítica inteira, mas ele ainda não está satisfeito. Agora ele está em busca da Tétrade, um conjunto de quatro cristais cuja magia torna quem os tiver no ser mais poderoso do mundo. O que ele não sabe é que seus filhos, Magnus e Lúcia também querem os cristais. Nessa corrida pela Tétrade, Lúcia ainda está aprendendo a lidar com seus poderes, enquanto Magnus não consegue mais se entender quando está perto de Cleo. A princesa também começa a vê-lo com outros olhos, mas o ódio e desejo de vingança pela família ainda são muito fortes. Outro que não sabe o que sente é o rebelde Jonas Agallon, dividido entre a princesa e a amiga Lysandra. Traições, mortes, amores, tudo está entrelaçado nessa busca por poder e vingança.
Peguei esse livro num dos raros momentos em que eu não tinha mais nenhum outro a vista para o tema. Não lembrava mais nada do segundo livro da série (esse é o terceiro), mas consegui me situar depois de poucas páginas. A história segue o mesmo ritmo das primeiras, a ação não para. Eu vibrei com a mudança entre Magnus e Cleo, estava torcendo fazia tempo por eles. Algumas coisas me surpreenderam, outras me deixaram com muito ódio (não posso falar que coisas para não dar spoiler, esse é umas das leituras em que isso acontece, não posso alongar a resenha se não escrevo mais do que devo). Não vejo a hora de ler os livros seguintes.
Título: É fácil matar Autora: Agatha Christie Mês: Maio Tema: Suspense/Thriller/Terror/Policial
Editora L&PM, 272p.
Luke Fitzwilliam é um policial recém aposentado que está de volta a Inglaterra depois de anos no exterior. Ao desembaraçar em Dover, ele toma um trem para Londres e divide a cabine com uma velhinha meio tagarela. Miss Pinkerton conta a ele que está indo para a Scotland Yard denunciar um criminoso que já vitimou quatro pessoas sem levantar suspeitas. Luke escuta mas só dá o devido crédito a história quando descobre que a mesma velhinha foi atropelada antes de chegar ao seu destino. Chocado, ele decide viajar para o vilarejo de Miss Pinkerton, onde conhece Birdget e sem esperar, acaba se apaixonando. Mas ele tem um mistério para resolver e mesmo receoso e confuso, acaba descobrindo o assassino... Só que nem tudo que parece é, e Luke descobre que muitos moradores do pacato vilarejo escondem passados bastante nebulosos.
Como toda história de detetive, eu nunca acerto. É impressionante isso. Sempre que a história chega num ponto em que eu posso dizer que sei quem é o ladrão/bandido/assassino, o autor (praticamente me trollando) muda tudo e/ou acrescenta novos fatos que vão fazer meu cérebro rodar e eu me perguntar “como não havia prestado atenção nisso antes?” Ás vezes, a história está no ponto certo, eu estou acertando tudo mas ainda fico com a pulga na orelha sobre tal coisa até me convencer a mudar de opinião: é justo aí que o autor volta para o ponto original e mantem tudo que eu descartei. Foi assim com os livros que já li até hoje de Sherlock Holmes e com o primeiro livro da Agatha Christie que li, Assassinato no Expresso do Oriente. Gostei muito da surpresa no final. Recomendo.
Título: Um novo amanhecer Autor:John Jackson Miller Mês: Abril Tema: Um livro abandonado na estante
Editora Aleph, 416p.
O império de Darth Sidious está em expansão total. Kanan Jarrus, tenta ganhar a vida com bicos como entregador de explosivos em Cynda, sua ocupação no momento. Sua vida, que antes estava praticamente definida, agora se resume a passar desapercebido. Seu verdadeiro nome é Caleb Dume, e na época dos jedi, ele era um padawan da mestre jedi Depa Billaba, assassinada na Ordem 66. Cynda tem vital importância para o imperador e seus projetos, e o responsável pela organização do trabalho de produção das minas, o mais-droide-que-humano Conde Vidian não é homem de perder tempo. Só que os seus objetivos podem não estar exatamente alinhados aos do imperador... Entrementes, Kanan conhece a twi'lek Hera Syndulla, que está buscando não somente informações, mas também sentir o clima para possíveis rebeliões contra um império que governa a partir do medo. A vida de todo mundo vira de cabeça para abaixo quando Skelly, um dos responsáveis pela detonação das bombas nas minas de Torilídio (um mineral raro muito usado na construção de aeronaves), coloca na cabeça que tem que provar para o Império que essas detonações estão criando problemas para a lua. A loucura resultante faz com que uma aliança improvável surja entre Kanan, Hera, Skelly e Zaluna, uma especialista em segurança.
Devo dizer que a introdução desse livro valeu pelo (que eu classifiquei depois como) total arrastamento da história. Não me levem a mal, eu estou no embalo de leitura dos livros de Star Wars, então achei que esse livro seria tão intenso quando os que eu já li, mas não foi assim. Sim, a história é envolvente, sim, eu gostei de ler, mas só quando já estava no meio do livro. Talvez porque eu nunca tenha visto Rebels, que é quando Hera e Kanan aparecem, não sei. Mesmo assim, vale a pena para se conhecer mais os inícios de alguns personagens canônicos de Star Wars.
Título: O diabo veste Prada Autora: Lauren Weisberger Mês: Março Tema: Romance/Época/Erótico/Chick-lit
Editora BestBolso, 392p.
Andrea Sachs é uma graduada em jornalismo que resolve procurar emprego em Nova York. O sonho dela é trabalhar para um jornal de renome, e depois de ter espalhado currículo por todos os lugares, acaba sendo chamada para trabalhar na Runway, uma conceituada revista de moda. A vaga é de assistente júnior da famosa (e odiada) editora Miranda Pristely. Apesar de não ser o que ela quer, Andrea aceita o trabalho, não só porque é um trabalho que milhões de garotas no mundo se matariam parar fazer, mas porque um ano trabalhando com Miranda lhe renderia uma experiência enriquecedora, além dos contatos que ela poderia fazer. O que Andrea logo descobre é que o trabalho é, na verdade, um pesadelo só, pois ela tem que viver e respirar para realizar as tarefas (na maioria das vezes impossíveis) que lhe são designadas e qualquer falha pode lhe custar não somente seu emprego mas qualquer chance de uma boa recomendação para futuros projetos escritos.
Eu já tinha lido umas resenhas por aí sobre este livro, tanto comparando com o filme, quanto somente sobre a história dele. Eu já tinha visto o filme e não pude evitar comparar enquanto lia, mesmo sabendo que a Miranda do livro é mais nojenta e enlouquecedora que a do filme (no filme, são poucas as vezes, mas mostram um lado mais humano da mulher que no livro simplesmente não existe). As referências ao mundo da moda são inesgotáveis, o que rende até mesmo boas informações sobre grifes e seus criadores para quem curte o assunto. A leitura é muito divertida, as tiradas sarcásticas sobre a vida de Andrea são ótimas e eu adorei. Não costumo gostar de chick-lit, mas esse livro eu pretendo manter na estante. Recomendado.
Título: Sweet sixteen princess Autora: Meg Cabot Mês: Fevereiro Tema: Um autor aniversariante do mês
Editora Harper Teen, 96p.
O aniversário de 16 anos de Mia está chegando. Todo mundo quer comemorar, menos, é claro, a aniversariante. Considerando o fiasco que foi sua festa anterior (onde lily beijou um menino que não era seu namorado), além da loucura que foi o Natal em Genovia, Mia quer tranquilidade. Mas como sempre sua avó louca tem outros planos: Grandmère quer que Mia participe de um reality especial para comemorar seu aniversário. Os amigos de Mia adoraram a ideia, mas a princesa nem quer ouvir falar do assunto. O que ela quer é passar o dia com Michael. Será que dessa vez ela consegue fazer a avó desistir de seu plano louco?
Sempre é uma diversão imensa ler alguma história de Mia Thermopolis. Depois de ler o último livro da série sobre o casamento dela e de Michael, foi ótimo fazer essa volta no tempo e lembrar como a Mia era doida na sua época escola. Mais divertido ainda é voltar a ver as confusões em que sua avó a enfia simplesmente por prazer hahahaha Sempre adorei Grandmère, a histeria de Mia com os e planos loucos da avó são o que tem de melhor no livro. Adorei essa nostalgia. Leitura rápida e muito recomendada.
Título: Amberblades – Yomiko: um conto do oriente Autora: Gisele Bizarra Mês: Janeiro
Tema: Literatura nacional
37p.
Analiele é a comandante da guarda élfica que acompanha os embaixadores de Woodsyiel até o reino oriental de Raisininsun, em uma tarefa de negociação de conhecimentos mágicos. Ela se encanta com o lugar, mas logo em sua chegada tem suas habilidades menosprezadas por um senhor de idade que ela nem conhece, o mestre do estilo da Tríade dos Ventos, um estilo de luta. Ao ser notificada que o imperador do país fez com que os embaixadores dispensassem sua guarda pessoal, ela fica furiosa e sai para dar um passeio para se acalmar. Ela encontra um grupo de rapazes intimidando alguns camponeses e se mete para defender os atacados e acaba dando de cara com o mestre que fez pouco caso de seu trabalho enquanto guarda. Ele pede desculpas e oferece ensinamentos do estilo de luta da Tríade dos Ventos. Ela aceita e se transforma em Yomiko, e começa a aprender com Yami, o líder dos jovens arruaceiros que ela enfrentou na rua. A convivência leva ao surgimento de um sentimento além da camaradagem entre lutadores... mas Yomiko acaba descobrindo da pior maneira a verdadeira natureza de Yami.
Adorei. O ebook é muito pequeno, dá para ler bem rápido, e a história é tão envolvente que quando eu me vi querendo mais, tinha acabado. O romance é bem bonitinho, e apesar de meio clichê, consegue cativar, principalmente porque a protagonista é uma guerreira que não admite injustiça, ou seja, meio caminho andado para que eu a adorasse ☺ A capa é uma graça, como eu não entendo de ilustração, só posso dizer que é uma imagem “limpa”, sem exageros. Foi um belo encerramento de uma série que eu demorei para ler, mas me apaixonei.
Em primeiro lugar, quero desejar um Feliz Ano Novo a todos os seguidores.
Este ano eu continuo com os desafios literários, o que, aliás, já está virando tradição aqui nesse blog :) Para evitar que eu quase enlouqueça como ano passado, em 2018 serão somente 4 desafios escolhidos a dedo para adequar os livros que eu já tenho parados aqui.
O primeiro deles é o Desafio Literário Skoob 2018, pelo facebook.
O segundo é o Desafio Literário Livreando 2018, do blog Livreando. Esse desafio eu achei por pura sorte e a dinâmica é bem interessante, mas confesso que o que me convenceu mesmo a participar foi o fato da blogueira ser paraense também.
São cinco categorias para cada mês, os participantes devem ler pelo menos 2 livros por mês e no máximo cinco se quiserem participar dos sorteios. Os temas de Janeiro a Julho já foram liberados e eu adorei.
O terceiro é o Desafio 12 meses literários, que eu também achei no facebook. Esse desafio é simples como o do Skoob, apenas um tema por mês.
Finalmente, o quarto e último desafio é o Bingo Literário, um dos primeiros desafios que achei no facebook enquanto procurava por algum que me interessasse. Gostei da proposta porque os temas são variados e você lê na ordem que quiser. Eu sorteio os livros escolhidos para cada mês pelo site Sorteador.
Também continuo esse ano com uma mania que comecei em 2017: blog planner para organizar minhas postagens no grupo. Mas isso falo em outro post.