20 de nov de 2017

13 reasons why (2017)

Adaptada por Brian Yorkey para a Netflix e tendo como produtora executiva Selena Gomez, a série narra a história de Clay Jensen, que recebe de Hannah Baker, uma colega que havia se matado, um pacote com fitas cassetes onde ela fala dos treze motivos que fizeram com que ela cometesse suicídio. Clay precisa ouvir todas as fitas para descobrir porque ele é um desses motivos.


A premissa da história é, de cara, impactante. Quem não ia querer saber porque seria uma razão para alguém se suicidar? Mesmo que a resposta possa não ser o que se está esperando, mesmo que o que você vá escutar acabe te surpreendendo, você vai ouvir as fitas. E é exatamente isso que fazem cada um dos estudantes que Hannah listou, até chegar em Clay (a ordem em que ele aparece na série é diferente do livro). A primeira coisa a dizer sobre essa série é que Dylan Minnette e Katherine Langford estão simplesmente incríveis como Clay e Hannah.

Eu comecei com uma expectativa danada. No segundo episódio já estava com raiva, no meio da história estava com ódio de tudo e de todos e no final já estava com pena de todo mundo. Assim como durante a leitura, eu também não consegui ver a série de uma vez, fiquei mais desesperada porque, diferente do livro, onde não se foca nos bastidores das vidas dos estudantes, a série explora muito essa parte. Então, você vê que cada um dos estudantes age daquele jeito porque também está passando por problemas, às vezes sérios (como Justin), outros nem tanto (como Zack, e eu citei ele porque pode parecer que ele tinha uma mãe controladora – não transformaram a mãe dele em uma megera, não, mas mostraram, de certa forma, uma mãe que quer que o filho seja como ela quer, não como ele quer).


Tem personagem que simplesmente dá nojo, como Bryce Walker (sobre ele, eu fiquei com uma leve impressão de que era o típico caso de “pais negligentes e ricos que deixam o filho se cuidar sozinho e ele vira um babaca completo”, mas isso não foi tão explorado como a família de Justin). O final foi interessante e bem diferente do livro, com as cenas dos depoimentos e os alunos tomando consciência da situação.
Tendo lido o livro e visto a série, não consigo entender como alguém poderia afirmar que a série romantiza suicídio. A única diferença entre o livro e a adaptação é que os produtores criaram panos de fundos para antes (a vida dos alunos) e depois (a questão do processo) do suicídio de Hannah, o que se fez dar uma profundidade maior a história como um todo, afinal as pessoas têm seus tons de cinza, ninguém é totalmente mau nem totalmente bom, e mostrar a vida dos estudantes dentro de casa e dos seus grupos escolares foi uma boa forma de aumentar a história e mostrar o que acontecia dentro da mente de cada uma das pessoas que prejudicaram Hannah.
Minha única “pulga na orelha” diz respeito ao que aconteceu com Alex, ou mais precisamente, quem atirou nele: se foi uma tentativa de suicídio, já que Alex foi um dos primeiros listados nas fitas a tomar consciência de seu erro com Hannah, ou se Tyler, o fotógrafo da escola que sofria bullying de todos os lados, foi o responsável pelo disparo. Não quero inventar teorias nem entrar muito na discussão sobre Tyler e seu hobbie como stalker, mesmo porque já andei lendo algumas na internet, mas espero que isso seja abordado na próxima temporada da série (que aliás, não será baseado em livro nenhum, já que Jay Asher não escreveu nenhuma continuação).
Apesar da premissa, eu recomendo essa série para qualquer pessoa. Ao menos como alerta, para que possamos evitar que mais Hannah Bakers por aí levem adiante algo assim.

17 de nov de 2017

O destino da número Dez (Pittacus Lore) – 52 Weeks Project 2017


Título: O destino da número Dez
Autor: Pittacus Lore
Mês: Novembro
Editora Intrínseca, 320p.

Jon e Sam ainda estão em Nova York tentando lidar com a invasão mogadoriana. Enquanto procuram por Nove e Cinco, eles acabam se juntando ao governo americano, que ainda não tem certeza de que lado deve ficar. Em outra parte do país, Seis, Marina e Adam localizaram um local que chamam de santuário lórico, e lá acabam tendo contato com uma espécie de entidade, que vai explicar muito a eles sobre a origem da queda de Lórien, além de fazer com que todas as novas pessoas que receberam poderes se conheçam e comecem a lutar. Através de Ella, que ainda está em poder de Sétrakus Rá, eles descobrem que o líder pretende invadir o lugar, então planejam meios de defesa. Acabam recebendo uma ajuda inesperada, mas as coisas acabam dando errado e mais uma vez o grupo de amigos tem que lidar com mortes inesperadas e impactantes.

Eu caí na besteira de ler o final deste livro quando terminei o anterior, e mesmo sabendo o que iria acontecer, ainda fiquei na esperança (como sempre sendo Alice). A ação é constante, principalmente agora que já está se chegando ao fim da história, mas mesmo assim cada momento é uma surpresa. Como todos os livros dessa série até agora, a leitura é viciante e torturante, porque toda hora fica se imaginando quem vai ser o próximo deles a morrer. Gostei muito de saber sobre a história de Sétrakus Rá e o que aconteceu para que ele virasse um traidor, assim como adorei o fato de pessoas normais estarem desenvolvendo legados. Muitíssimo ansiosa para ver quem vai sobreviver a essa guerra. Como sempre, muito recomendado.

15 de nov de 2017

Os 13 porquês (Jay Asher) – DL L&T 2017


Título: Os 13 porquês
Autor: Jay Asher
Mês: Novembro
Tema: Sick-lit
Editora Ática, 256p.

Clay Jensen volta da escola e encontra na porta de sua casa um pacote com seu nome, cujo remetente é Hannah Baker, uma colega de escola que havia se suicidado há duas semanas atrás. Ao abrir o pacote, Clay encontra várias fitas cassetes e descobre, ao ouvi-las, que Hannah listou os treze motivos que a levaram a cometer suicídio, e que ele é um desses motivos. Cada lado da fita se refere a um motivo, assim Clay terá que ouvir tudo para descobrir o porquê de estar envolvido.

Eu guardei a leitura desse livro por um bom tempo. Mesmo desde antes da série, que aliás só me fez ficar mais curiosa. Surgiu a chance de ler agora e como Clay ouvindo as fitas, eu tive que ler aos poucos, não consegui ler de uma vez porque a cada capitulo, a cada uma das razões que levaram Hannah a se matar, eu ficava completamente agoniada e perdida, e queria entrar na história para ajudá-la. A narrativa é bem envolvente e estruturada, cada uma das mensagens de Hannah contém uma mensagem, quase sempre de aviso. O terror de Clay em descobrir o motivo de estar nas fitas acaba se transformando no terror do leitor, porque desde o início vemos que ele tinha se apaixonado por ela, só que nunca teve coragem de contar. Claro que chorei quando ele está ouvindo a fita dele, porque deu para ver que eles chegaram bem perto de começar algo bom e que talvez levasse Hannah a não se matar. Um livro muito cativante que vale a pena ser lido e relido.

13 de nov de 2017

O último passageiro (Manel Loureiro) – IDY 2017


Título: O último passageiro
Autor: Manel Loureiro
Mês: Novembro
Tema: Autor espanhol
Editora Planeta, 382p.

Agosto de 1939. Em pleno alto-mar, um transatlântico vazio e à deriva é achado por um navio cargueiro. Tentando sair vivos da névoa que os encobre, os tripulantes resolvem abordar o navio e procurar alguém ou alguma coisa, e não acham ninguém, exceto um bebê de poucos meses de vida...
Décadas depois, um estranho homem de negócios decide restaurar o navio e deixá-lo da mesma forma como foi encontrado (e isso se aplica a praticamente tudo, exceto as insígnias nazistas que decoravam certas partes do navio). Toda essa dedicação se resume a um ponto: ele quer refazer os passos da embarcação até o momento em que foi encontrado pelo cargueiro. Para isso, reúne um grupo de cientistas e especialistas das mais diversas áreas, dentre eles, Kate, que acabou indo parar no meio deles ao ser descoberta tenta conseguir uma história para o jornal em que trabalha. Deprimida após a morte do marido, ela embarca nessa viagem esperando encontrar somente uma história instigante, e sem saber acaba tendo que lidar com forças poderosas e perigosas, tudo para evitar que o navio e seu principal sobrevivente tenham que pagar novamente um preço caro demais.

Mais uma vez, um livro que eu não dava absolutamente nada. Já perdi a conta de quantas vezes isso acontece comigo e dou graças por ser teimosa de sempre ter um livro em mãos e que queira ler só na teimosia, só porque tem ele no momento. A capa não me disse muita coisa no começo, mesmo assim achei bom guardar para alguma futura eventualidade... Ainda bem.
Também fico impressionada com quantas vezes um livro se utiliza dos nazistas e de seu propósito de segregação e preconceito de uma forma que nunca é boa. Nunca. Não que deveria, claro, essa parte da história humana é uma das mais tristes e nojentas que existem. Só fico abismada com a capacidade dos autores, pois quando eles se prestam a contar uma história onde o nazismo esteja no centro ou como mero pano de fundo, eles consigam deixar o leitor com nojo dos nazistas, com pena das vítimas e refletindo sobre o quanto o ser humano consegue atingir o fundo do poço em matéria de dignidade.
A história já começa com o mistério do navio completamente vazio em pleno alto mar. O estranhamento dos tripulantes do cargueiro que o encontraram me fez roer as unhas algumas vezes, assim como os sustos ao entrarem no navio me fizeram rir demais. Outra coisa boa que eu não esperava e que só fui entender na metade da história é a questão da distorção temporal, eu adoro viagens no tempo e descobrir o mistério desses loops temporais foi atordoante. Certas coisas ficam claras desde o início, como por exemplo, a identidade do milionário que resolve restaurar o navio para levá-lo para alto-mar de novo. Por outro lado, o autor não comenta, só de passagem, o destino dos outros passageiros além de Kate e Feldman. Por um lado, eu gostei, para que não me desesperasse mais ainda, por outro, eu achei que fez falta. Um mistério completamente envolvente que te prende do início ao fim, que faz você se culpar por suspeitar das pessoas erradas e que deixa um gosto de quero mais. Completamente recomendado.

10 de nov de 2017

A fúria e a aurora (Renée Ahdieh) – 52 Weeks Project 2017


Título: A fúria e aurora
Autora: Renée Ahdieh
Mês: Novembro
Editora Globo Alt, 336p.

Sherazade é a nova esposa de Khalid Ibn Al-Rashid, rei de Khorasan. Esse rei, de apenas 18 anos, é conhecido por casar com uma jovem e na manhã seguinte mandar matá-la. Após várias moças assassinadas, entre as quais se encontrava a melhor amiga de Sherazade, Shiva, a jovem se candidata ao posto de noiva planejando destruir o monstro que acabou com tantas famílias. Na primeira noite do casal, Sherazade envolve o califa com as histórias que conta, e a na noite seguinte, sempre esperando manter o califa curioso o suficiente para que ele a poupe. Khalid desde o início se mostra bastante curioso sobre essa jovem que simplesmente se candidatou a ser sua noiva sabendo o que a esperava. Á medida que eles vão convivendo, Sherazade vai descobrindo o horror da vida desse menino-rei, enquanto ambos se apaixonam um pelo outro. O problema é o seu plano de vingança, cujos outros agentes como seu amigo e antigo namorado e o pai de Shiva, estão mais do que dispostas a acabar com Khalid de uma vez por todas.

De novo, me surpreendendo da melhor maneira possível com um livro novo. Não sei se é porque eu ando mais seletiva com as minhas leituras, mesmo dentro dos meus gêneros favoritos. Ou se é pura chatice mesmo. Mas agora quando eu vejo uma série nova, a sinopse pode até me interessar, eu posso até comprar, mas ele fica na estante por um bom tempo até eu me entusiasmar. Com este livro, não foi diferente. O fato de ser uma nova versão da história de Sherazade, que eu sempre amei de paixão, foi um forte apelo para tê-lo. Agora que li, só fico me perguntando porque demorei tanto. Que história maravilhosa. Sherazade é uma daquelas protagonistas que você quer ver aprontar e quer que ela consiga seus objetivos, e à medida que os sentimentos dela mudam, você também começa a se angustiar. Amei Khalid também e a forma como os amigos dele agem para protegê-lo. O final me deixou embasbacada, sem saber o que pensar e com vontade de correr para ler o segundo livro. Mil estrelas para essa nova versão das mil e uma noites.

8 de nov de 2017

Atrás do espelho (A.G. Howard) – IDY 2017


Título: Atrás do espelho
Autora: A.G. Howard
Mês: Novembro
Tema: Borboletas na capa
Editora Novo Conceito, 400p.

Alyssa voltou para o mundo mortal, está namorando Jeb, sua mãe está de volta em casa, e ela só quer se formar na escola para poder se mudar para Londres com Jeb. Mas Morfeu não está disposto a deixar que a jovem esqueça sua herança intraterrena. Ele começa a povoar seus sonhos, ao ponto de aparecer disfarçado de aluno de intercâmbio na escola de Alyssa, o que quase a leva a loucura. Enquanto Jeb não se lembra de nada do que passou no País das Maravilhas e a jovem percebe que sua mãe esconde muitos segredos sobre a sua vida anterior ao sanatório, ela também tem que lidar com a ameaça constante da volta da Rainha Vermelha e da destruição que isso causará no País das Maravilhas. Alyssa se vê cada vez mais dividida entre os dois mundos, quando descobre mais sobre a história do seu pai e seu lado intraterreno desabrocha de vez. Sua luta para evitar que a Rainha Vermelha consiga destruir seu mundo real dá errado e as consequências são tristes, mas Alyssa consegue se manter firme para planejar seu próximo passo.

A primeira coisa a dizer sobre esse livro é: QUE LIVRO! A segunda: eu ODEIO Alyssa. Meu Deus, que protagonista cansativa. Me irritou tremendamente as dúvidas constantes dela sobre contar a verdade para Jeb, a ponto de me levar a desejar que o livro tivesse a história descrita pelo ponto de vista de outro personagem. Morfeu eu adoro, gostei muito das revelações sobre o pai e a mãe dela (apesar de que eu nunca consegui entender muito bem a história de Alice, nem mesmo com as anotações da edição da Zahar), achei bem escrito até mesmo o triângulo amoroso Jeb-Alyssa-Morfeu, mas Alyssa... A constante repetição das dúvidas dela sobre contar a verdade sobre sua vida para Jeb me deixou com muita raiva e preguiça de continuar a leitura (parecia a Bella, em toda a saga Crepúsculo, que não parava que comparar Edward com Adônis, muito sem graça), o que salvou mesmo foi Morfeu. Adorei e estou louca para continuar a história, ate porque aquele final, mesmo que (eu considere que) tenha sido ventilado durante a história, ainda conseguiu me pegar de surpresa. Recomendo.

6 de nov de 2017

O amante de Lady Chatterley (D.H. Lawrence) – IDY 2017


Título: O amante de Lady Chatterley
Autor: D.H. Lawrence
Mês: Novembro
Tema: Virou série
Editora Martin Claret, 304p.

Constance Chatterley é uma mulher liberal que teve a primeira experiência sexual antes do casamento. Seu marico, Clifford, é um aristocrata conservador. Um mês após seu casamento, ele parte para a guerra, mas volta paraplégico. Eles vão morar na mansão da família do marido, Wragby Hall, mas Constance se deprime com a rotina monótona de sua vida. Ela acaba se envolvendo com o escritor Michaelis, mas não dura muito. Ao se adoentar, ela vai para Londres em busca de tratamento, e quando volta, seu marido propõe que ela tenha um amante, para que ela engravide e eles possam ter uma criança. Num passeio, ela conhece Oliver Mellors, guarda-caça de Clifford, e o escolhe para seu amante.

Eu esperava mais dessa história. Juro. Porque é um clássico, porque vi uma boa propaganda da série da BBC (e por causa das diferenças entre ambas as mídias também), porque eu gosto de romances, e por causa do linguajar dos personagens. Me desiludi muito. O livro é bom, a história é boa, e a polêmica em torno do autor e do tema chama atenção e deixa curioso para ler, mas é só isso. Não consegui me sentir fisgada pela história, teve um ponto que eu já estava arrastando a leitura. O final não foi NADA do que eu esperava, fiquei decepcionada porque pareceu uma história inacabada. Vale a pena por ser clássico, nada mais.

3 de nov de 2017

O clã dos dragões (Ilkka Auer) – 52 Weeks Project 2017


Título: O clã dos dragões
Autor: Ilkka Auer
Mês: Novembro
Editora Gutenberg, 336p.

Nonna era meio diferente das crianças de seu vilarejo. Filha de Grunhilde e Radulf, o chefe do clã, ela tinha como guardião um urso do gelo chamado Fenris. Sua rotina muda quando um ataque de Gerhard, antigo pretendente recusado de sua mãe, ataca e mata todos, incluindo seu pai. Noona é levada como prisioneira, enquanto sua mãe consegue se esconder. Fenris acorda de sua hibernação sentindo algo muito estranho e parte em busca de Noona para resgatá-la. Eles acabam sendo perseguidos, mas conseguem escapar de Gerhard. A partir daí, a menina e seu urso partem em aventura atrás de aventura, levando Noona a descobrir muito mais sobre seus antepassados.

Eu estava com as expectativas muito altas para esse livro. Desde a primeira vez que vi, gostei da capa e o fato do autor ser vencedor de um prêmio da Tolkien Society finlandesa foi o fator decisivo para que eu o comprasse. De início sai arrastando demais a leitura, me perdia nos nomes dos lugares. Só fui pegar o embalo mesmo depois que Noona consegue fugir. A partir daí, a história se acelera um pouco e dá para gostar de acompanhar a menina nas aventuras até o encontro com seu antepassado dragão (a melhor parte!). Não acredito que será um livro que eu manterei na estante, mas valeu muito a pena ler.

27 de out de 2017

Animais fantásticos e onde habitam (Michael Kogge) – 52 Weeks Project 2017


Título: Animais fantásticos e onde habitam: guia do mundo mágico do filme
Autor: Michael Kogge
Mês: Outubro
Editora Rocco Jovens Leitores, 96p.

Sinopse: Animais fantásticos e onde habitam: Guia do mundo mágico do filme oferece aos fãs tudo que eles precisam saber sobre o mundo mágico de Animais fantásticos e onde habitam. Com fotos incríveis e detalhes do tão aguardado filme da Warner Bros. Pictures, este guia destaca uma rica seleção de personagens, locações, artefatos, feitiços e momentos mágicos do longa-metragem que chega aos cinemas em 17 de novembro e marca a estreia como roteirista de J.K. Rowling, autora da série Harry Potter.

Um livro bem pequeno, mas cheio de informações legais sobre essa nova parte do universo mágico de Harry Potter. Se você ainda não viu o filme, ele introduz os personagens, criaturas e lugares de forma bem sucinta. Se você já viu o filme, de início a leitura até ser meio maçante, mas vale a pena ler porque algumas informações, geralmente no afã de ver o filme (e no meu caso, como eu só fui no cinema uma vez), serve para lembrar algumas coisas que possivelmente serão utilizadas nas sequências. Um livro de colecionador que embeleza a sua estante.

20 de out de 2017

Star Wars: o código do caçador de recompensas (Daniel Wallace) – 52 Weeks Project 2017


Título: Star Wars: o código do caçador de recompensas
Autor: Daniel Wallace
Mês: Outubro
Editora Bertrand Brasil, 160p.

Um manual dos caçadores de recompensas do universo de Star Wars, que traz as noções básicas, requisitos de alistamento em guildas e os regulamentos dela, credos, recompensas por regiões, história dos caçadores de recompensas, armas e veículos, procedimento com o império, as fases (que são quatro) de como caçar uma aquisição, e muitas outras “dicas” sobre como se tornar e sobreviver na carreira de caçador de recompensa.

Levei mais tempo do que pretendia para ler esse livro. Diferentemente do Manual do império, esse não conseguiu chamar minha atenção. Claro, as ilustrações são muito bonitas, a diagramação tem um visual caprichado e as curiosidades sobre como funciona a guilda dos caçadores de recompensa é bem legal, mas num todo, talvez porque fosse o livro que menos me entusiasmou desde o início (só comprei para não desfalcar a coleção), eu nunca fui muito fã do Boba Fett. De qualquer forma, valeu a pena, se faz parte do universo expandido de Star Wars me interessa. Recomendo.