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7 de dez. de 2020

Nêmesis (Agatha Christie) – DLL 2020


Título: Nêmesis
Autora: Agatha Christie
Mês: Dezembro
Tema: Um livro de capa verde
Editora Nova Fronteira, 264p.

Miss Marple e Jason Rafiel se conheceram há um tempo atrás, quando ele a ajudara a evitar uma tragédia numa viagem ao Caribe. Então, é com surpresa que ela descobre que ele deixou para ela em testamento uma quantia significativa de dinheiro caso ela consiga resolver um mistério. Só que ele não forneceu nenhuma informação sobre o crime ou da vítima ou do assassino. De início, Miss Marple acredita estar sendo vítima de uma brincadeira sem graça, mas depois ela recebe uma excursão paga por alguns lugares da Inglaterra que mais tarde ela descobre estarem ligados ao mistério que ela deve resolver. No meio do caminho, um acidente (premeditado? Ou crime?) acontece e a partir daí, o assunto começa a ficar mais claro para a senhora...

Esse foi um dos romances de Agatha Christie que realmente me pegou de jeito. Às vezes, parecia que o culpado estava bem claro, outras não, mas diferente dos outros onde eu conseguia ter uma noção vaga do real assassino, desta vez fui pega de surpresa. Li em um dia justamente porque não consegui parar até descobrir o que estava por trás da motivação do crime. Desnecessário dizer que valeu cada minuto da leitura.

12 de out. de 2020

Os elefantes não esquecem (Agatha Christie) – DLL 2020


Título: Os elefantes não esquecem
Autora: Agatha Christie
Mês: Outubro
Tema: Um livro de suspense ou terror
Editora Nova Fronteira, 163p.

A escritora de livros policiais Ariadne Oliver está participando de um evento quando uma mulher que ela não conhece começa a questioná-la sobre a morte dos pais de sua afilhada Celia Ravenscroft. Há quatorze anos atrás, o casal foi encontrado morto no penhasco perto da casa onde moravam, depois de anos vivendo fora da Inglaterra. O que se sabe pela polícia é que foi um pacto suicida, apesar de outras pessoas acharem que um matou o outro e depois se matou. De qualquer forma, foi um acontecimento intrigante que deixou dúvidas no ar, e agora, anos depois, Ariadne decide pedir ajuda de Hercule Poirot para solucionar o caso de uma vez por todas.

Mais uma vez um livro de Agatha Christie me pega de surpresa. Sempre quando eu acho que é uma coisa, Hercule Poirot aparece com uma solução que diverge completamente do que eu imaginava. Foi, até agora, um dos livros que mais me surpreendeu, o suspense sobre as mortes ela sempre constrói de uma maneira que enquanto são descritas as coletas de dados, parece que seu cérebro vai dar nó e você mistura tudo, até no final tudo aparecer claro como água. Livro muito recomendado.

23 de mar. de 2020

Lendo o Brasil: PARAÍBA - O auto da compadecida (Ariano Suassuna)

A peça, dividida em duas partes, traz de volta elementos do teatro popular e da literatura de cordel para exaltar o povo humilde e satirizar os poderosos e os religiosos. A história se desenvolve em torno das trapaças de João Grilo (que engana até o diabo) e Chicó.


Não dá para falar muita coisa sobre as loucuras de João Grilo sem dar spoiler, então o que dá para falar é que este é um livro fino e agradável de ler, apesar da dificuldade absurda que eu tenho em ler esse tipo de livro, mas valeu. Já tinha ouvido falar muito, vi a adaptação para o cinema (que eu adorei), então só me faltava ler o livro. As alfinetadas que o autor dá nos poderosos são ótimas e a forma como ele fala das misérias humanas é muito real. Valeu a pena.

Editora Nova Fronteira.
192 páginas.

9 de mar. de 2020

A maldição do espelho (Agatha Christie) – DLL 2020


Título: A maldição do espelho
Autora: Agatha Christie
Mês: Março
Tema: Um livro do século passado
Editora Nova Fronteira, 247p.

Marina Gregg é uma famosa atriz de cinema que acabou de se mudar para o vilarejo de Mary Mead, o que faz com que o povo local fique animado com o fato de ter uma celebridade vivendo em seu meio. Marina e o marido resolvem dar uma festa de recepção com amigos do estúdio e com convidados locais, e tudo parece bem, até que uma morte causada por envenenamento acaba com a festa e com a tranquilidade de todos. O mistério maior se deve ao fato de que a pessoa que faleceu foi morta por engano, já que bebeu do copo da própria anfitriã. A partir daí começa uma investigação que revela muito mais da vida de Marina e do meio em que vive do que ela poderia esperar.

Não sei porque, mas os livros da Agatha Christie que tem Miss Marple como protagonista não conseguem chamar minha atenção de cara. Talvez porque os livros de Poirot mostrem ele sendo mais ativo na resolução dos mistérios, o fato é que eu demoro demais para “engatar” a leitura dos livros com ela, e esse foi o segundo que li. Não me conformo com isso, porque Miss Marple é uma personagem ótima, uma senhora idosa com uma mente tão afiada (talvez até mais) quanto a de Sherlock Holmes, e os insights dela sempre são tão misteriosos quanto reveladores. De qualquer forma, eu gostei do livro, o final conseguiu me surpreender de verdade. Indicado.

16 de dez. de 2019

198 livros: ESCÓCIA – Sherlock Holmes 2 (Arthur Conan Doyle)

Em Memórias de Sherlock Holmes, são apresentados vários casos do famoso detetive, incluindo seu embate final com Moriarty, o nêmesis intelectual do detetive. Na segunda história, O cão dos baskervilles, Sherlock precisa desvendar um antigo mistério sobre um cachorro que aterroriza um condado inglês.


Sherlock Holmes. Cada livro sobre ele é uma maravilha. Continuando com os romances e contos em ordem cronológica, narrados pelo amigo e parceiro de aventuras de Sherlock, Dr. Watson. Confesso que ao terminar, fui correndo procurar mais informações sobre a tal morte de Sherlock para poder entender do que se tratam os próximos volumes. A diagramação continua um primor, como sempre a Nova Fronteira caprichando em suas edições. De longe, o melhor conto foi o problema final, justamente porque deixou no ar o mistério da morte de Sherlock. Assim como o volume 1, recomendo completamente.

Editora Nova Fronteira.
402 páginas.

18 de set. de 2019

198 livros: FEDERAÇÃO RUSSA – Contos (Anton Tchekhow)

Sinopse: Tchekhov foi um dos maiores autores russos e um dos mais importantes dramaturgos e contistas de todos os tempos. O escritor tinha a rara capacidade de ver e transmitir a beleza quase imperceptível do cotidiano e mostrar a força e a profundidade da alma humana e, sobretudo, dos sentimentos e das relações pessoais, no que elas têm de mais nobre ou de mais mesquinho e desprezível. Com tradução e seleção de Tatiana Belinky, um ícone da nossa literatura, esta coletânea traz os principais contos de Tchekhov, como "A senhora com o cachorrinho", "A morte do funcionário" e "O bilhete de loteria".


Entre um livro de contos e Lolita, resolvi escolher os contos, até mesmo para conhecer o autor e diminuir os livros da minha estante (e porque fiquei com a sensação de que Lolita me faria ter muita reação de nojo, e no momento estava procurando livros leves). Como todo livro com personagens russos, me confundi um pouco durante a leitura e sinceramente, não sabia muito o que esperar, então li sem expectativa. Valeu a pena para conhecer o estilo do autor.

Editora Nova Fronteira.
249 páginas.

19 de jul. de 2019

Os crimes do monograma (Sophie Hannah) – DC 2019


Título: Os crimes do monograma
Autora: Sophie Hannah
Mês: Julho
Tema: Um livro ambientado nos anos 20
Editora Nova Fronteira, 286p.

O ano é 1929. Hercule Poirot está no seu restaurante costumeiro tomando um café quando uma moça entra afobada e com medo, dizendo que vai morrer em breve, recusando a ajuda de Poirot, pois afirma que com sua morte, a justiça estará sendo feita. Ao voltar para casa, Poirot descobre o último crime que seu amigo policial Edward Catchpool tem em mãos para solucionar: três pessoas foram mortas aparentemente da mesma forma e na mesma hora no mesmo hotel. Além dessas semelhanças, as vítimas também tem na boca um monograma com as iniciais PJI. Convencido de que as três mortes tem a ver com o súbito aparecimento da moça no restaurante, Poirot embarca no mistério do suicídio de um pastor e sua esposa em uma pequena cidade inglesa.

Esse foi um tema difícil demais de encontrar um livro que se encaixasse nele. Em pesquisas sobre livros escritos na década de 20, não era garantido de encontrar algum que retratasse algo na mesma época. Fui por pura eliminação, e dei sorte de encontrar alguns livros de Agatha Christie escritos nessa década, mas não era garantia de nada. Pesquisei mais e descobri uma autora que continuou (mais ou menos) o legado literário de Agatha Christie. Sophie Hannah obteve permissão da família da autora para escrever um novo romance com Hercule Poirot, o famoso detetive. 
E em 2013 foi lançado Os crimes do monograma. Até agora eu só li dois livros de Christie com o detetive, e mesmo conhecendo o personagem muito pouco, posso dizer que não fiquei decepcionada com a história de Hannah. Poirot está um pouco mais presunçoso, mas as características e elementos marcantes originais estão presentes. Gostei baste do livro e recomendo.

13 de jul. de 2018

1822 (Laurentino Gomes) – D12ML 2018


Título: 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram Dom Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado
Autor: Laurentino Gomes
Mês: Julho
Tema: Um livro com número no título
Editora Nova Fronteira, 352p.

Sinopse: Nesta nova aventura pela História, Laurentino Gomes, o autor do bestseller "1808", conduz o leitor por uma jornada pela Independência do Brasil. Resultado de três anos de pesquisas e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador Pedro I. “Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822", explica o autor. "A Independência resultou de uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”.

O segundo livro do Laurentino Gomes que eu leio e, como o primeiro, não deixa nada a dever no quesito da precisão das informações históricas. É sempre bom pegar um livro que acaba com certos mitos, no caso, da independência brasileira que, de pacífica, não teve nada (durante os 21 meses em que durou esse processo, milhares de pessoas morreram em ambos os lados). Esse é (ou deveria ser) um livro de leitura obrigatória, pela qualidade do trabalho que nos leva a saber mais sobre a nossa história.

25 de jan. de 2013

Morte súbita (J.K. Rowling) – DL 2013


Tema: Livre
Mês: Janeiro
Título: Morte súbita
Autora: J.K. Rowling
Ed. Nova Fronteira, 501p.

Na noite do seu aniversário de casamento, Barry Fairbrother cai morto na frente da esposa e de todos os freqüentadores do clube que, aquela hora da noite, estavam jantando e se divertindo no local. No dia seguinte, a notícia já correu toda a pequena cidade de Pagford: um dos conselheiros mais importantes havia morrido, e o choque para muitos é grande, enquanto para outros, a morte de Barry pode ser considerada até bem-vinda. É o caso de Howard Mollison, que vê na nova situação uma chance de “devolver” definitivamente o bairro de Fields a Yarvil e de fechar a clínica de reabilitação para dependência química que atende, na maioria, pessoas de Fields, além do fato da escola local ter que aceitar alunos de caráter duvidoso, também originários de Fields. A morte de Barry deixa a briga mais acirrada, já que seus partidários defendem a permanência da clínica, enquanto o lado oposto, liderado por Howard, seu opositor mais ferrenho, defende o contrário. A partir daí, a vida dos moradores de Pagford e Yarvil é mostrada nas figuras de, não somente, mas principalmente, Krystal, Bola e Andrew, adolescentes com seus próprios problemas que, de uma forma ou outra, tem a vida afetada pela morte de Barry.

Não posso dizer que foi uma leitura fácil. Li mais da metade do livro em um dia, principalmente porque queria saber qual era o tal clímax da história. Infelizmente, não consegui perceber nenhum. Os personagens não são marcantes, pelo menos não da forma que como o leitor está habituado nas histórias de Rowling, mas a história segue os moldes já conhecidos pelos fãs da autora: todos eles têm um lado obscuro que vem a tona no pior momento; existe uma história e um motivo que justifica suas personalidades egoístas. Um ponto negativo: o enredo falha quando começa se alongar. Mesmo não se perdendo em detalhes, a história se arrasta demais ao longo de mais da metade do livro, e só começa a melhorar nas últimas partes. Mesmo assim, vale a pena ler porque, como sempre, Rowling consegue surpreender o leitor.

7 de ago. de 2012

O dom da amizade (Colin Duriez)


Título: O dom da amizade: Tolkien e C.S. Lewis
Autor: Colin Duriez
Editora Nova Fronteira, 310 p.

Neste livro, são abordadas as vidas de Tolkien e C.S. Lewis. Desde a infância, passando por seus anos de estudo, analisando as obras, autores e acontecimentos que influenciaram em suas escritas, analisando suas vidas durante a I Guerra Mundial, até chegar no momento em que firmaram amizade. Os encontros dos Inklings, quando Nárnia e a Terra-média ganhavam seus primeiros espectadores, a publicação dos livros e o respectivo sucesso, o papel de Tolkien na conversão de Lewis ao catolicismo, suas mortes. Colin Duriez, entremeando os acontecimentos na vida de cada um, narra a história de dois dos maiores escritores de fantasia, enfocando a amizade existente entre eles. O livro também conta com uma cronologia da vida de Tolkien e Lewis e um belo texto sobre a popularidade das obras de ambos os escritores. Um livro muito recomendado.

4 de abr. de 2012

A cidade do sol (Khaled Hosseini)


Título: A cidade do sol
Autor: Khaled Hosseini
Editora Nova Fronteira, 368 p.

Mariam perdeu a mão nova (ela tinha só 15 anos). Obrigada pela família do homem que deveria ser seu pai a casar com Rachid, um comerciante de sapatos. O homem é um bruto opressor, adepto da burca (vestimenta feminina que esconde todo corpo da mulher), e quando, depois de vários abortos, fica comprovado que Mariam não pode dar a Rachid seu tão sonhado herdeiro, sua situação piora, pois o maltrato do marido dobra. Ao mesmo tempo, Laila, uma moça esperta e mais jovem que Mariam, mostra uma vontade de ser uma mulher independente (o que é impensável para uma mulher pertencente a essa cultura). Seus planos são drasticamente alterados quando sua casa é explodida por um foguete, matando sua família. Mas o pior reservado a ela está para acontecer quando ela descobre estar grávida do namorado adolescente, exilado no Paquistão. Assim, estas duas mulheres com a vida dilacerada se encontram e surge uma bela amizade.

Todo mundo fala deste autor. E muito mais desse livro, então não tinha como não estar na minha lista. Apesar do fato de que eu não conheço muitos escritores orientais (na verdade, acho que por causa dos costumes referentes as mulheres, evito leituras sobre assuntos relacionados ao Oriente Médio), estava curiosa sobre Khaled Hosseini. Como não achei O Caçador de Pipas, resolvi ler esse mesmo. Devo dizer que somente a vontade de querer participar do Desafio Literário para me fazer ler ou continuar a leitura desse livro. A descrição realista da vida da sociedade afegã durante um período marcado por guerras civis, com o regime talibã e a ocupação americana, é digna de nota. Até mesmo sobre a condição social feminina. Um ótimo livro para se conhecer parte da História. Mas duvido que vá ler novamente.

15 de ago. de 2011

Um leão chamado Christian



John Rendall e Anthony 'Ace' Bourke, dois australianos em férias em Londres, compraram o leão Christian em 1969, na loja de departamentos Harrods. Desde o começo, se mostraram preocupados com o futuro do leão. John e Ace cuidaram de Christian até que ele tivesse um ano de idade. Seu crescimento e o custo para mantê-lo fizeram com que eles percebessem que não poderiam mantê-lo em Londres por muito tempo. A solução veio quando Bill Travers e Virginia McKenna, estrelas do filme Born Free, visitaram a loja de móveis de Rendall e Bourke, onde Christian passava seus dias. Travers e McKenna sugeriram, então, que eles pedissem a ajuda de George Adamson, um conservacionista kenyano que, justamente com sua esposa Joy, foi o assunto do filme Born Free. Adamson concordou em ajudá-los na adaptação de Christian para a vida selvagem na Reserva Nacional de Kora.
Adamson gradualmente apresentou Christian a um leão mais velho, Boy, e para a filhote fêmea Katania, na tentativa de formar o núcleo de um novo bando. No entanto, alguns infortúnios assolaram este novo bando: Katania foi, provavelmente, devorada por crocodilos enquanto bebia água e Boy foi morto por Adamson na tentativa de salvar seu ajudante, atacado pelo leão. Duas vidas perdidas e Christian se encontrava sozinho. Adamson continuou seu trabalho, e, após um ano o novo bando de Christian estabeleceu-se na região de Kora, tendo Christian como o líder do bando iniciado por Boy.
Quando Rendall e Bourke foram informados por Adamson disso em 1971, eles viajaram para o Kenya para visitar Christian. A visita foi filmada e transformou-se no documentário Christian, The Lion at World's End. De acordo com este documentário, Adamson alertou Rendall e Bourke para a possibilidade de Christian não recordar-se deles, mas o filme mostra um leão, inicialmente cauteloso, que corre ao encontro dos dois homens, envolvendo as patas em torno dos seus ombros e lambendo seus rostos. O documentário também mostra as fêmeas Mona e Lisa, e um filhote chamado Supercub saudando os dois homens, devido à influência de Christian. Um encontro final em 1972 também está registrado em imagens no livro. Até o dia em que Adamson, que sempre reportava a vida de Christian a seus pais, não o viu mais.
O livro também mostra algumas opiniões sobre a convivência homem e animal na África, afirmando que eles são inimigos naturais. O livro é uma reedição, o original foi lançado na época em que John e Ace já haviam devolvido Christian ao seu habitat original. O vídeo no youtrube serviu para popularizar novamente a história desse leão, e para fomentar ainda mais as discussões acerca de se ter um animal selvagem como bicho de estimação, sobre o futuro de animais de circo e de colecionadores e até mesmo de animais usados para filmes. O que acontece com eles depois? São vendidos para circos ou para zoológicos. Claro, hoje em dia já existe uma preocupação maior com o bem estar do animal. Ainda assim. Ninguém nasceu para viver preso. É muito triste que o rei da selva, que antes tinha toda a savana para correr, tenha que contentar com um cercado. A história de Christian e seus dois pais é uma impressionante amostra de como o selvagem se aproxima do coração humano.