6 de jul de 2015

Mago Mestre, de Raymond E. Feist – DL do Tigre 2015


Tema: Da fila de leitura
Mês: Julho
Leitura do mês: Mago Mestre
Autor: Raymond E. Feist
Editora Saída de Emergência, 432p.

A guerra entre os mundos continua... Já se passaram alguns desde que Pug foi capturado. Pug se torna homem no meio dos escravos dos tsurani e conhece Laurie. Os dois são levados para trabalhar na casa de um dos chefes tsurani e ao mesmo tempo em que aprendem sobre os costumes desse povo, também ensinam o chefe e seus filhos mais sobre seu mundo, Até que um mago aparece e reconhece a magia forte presente no sangue de Pug. Ele leva o jovem para a Assembléia e o transforma em um dos grande mago. Enquanto isso, o tempo também passou para os que Pug deixou para trás. Carline ficou noiva de Roland, Thomas agora é um grande soldado, graças a armadura que ganhou de presente do Grande Dragão que ele e Dolgan conheceram. No entanto, tanto poder está levando sua humanidade embora, e apesar de Thomas não estar percebendo isso, a rainha elfa e seu povo temem o que pode acontecer, ainda mais agora que ela e Thomas são amantes. Uma tentativa de paz entre os reinos dos dois mundos fracassa, no entanto as coisas começam a tomar o rumo certo, até o momento em que Arutha acaba descobrindo o parentesco que une e seus irmãos a Martin do Arco, parentesco esse que pode ter graves conseqüências caso Martin decida reivindicar o que é seu por direito.

Como aconteceu durante a leitura do primeiro livro, eu fiquei bastante confusa. Não que a história em si não seja boa, mas parece muita informação ao mesmo tempo, com tantos pontos de vista paralelos. O ponto alto do livro é que tudo vai acontecendo, levando a história a um único momento decisivo. No caso, eu achei que seria o encontro para selar a paz entre os mundos, mas me enganei. E eu não quero ser preconceituosa e nem ficar comparando, mas parece inevitável: colocou elfos em uma história, eu penso logo em Tolkien e na visão dele sobre essas criaturas. E eu fico repetindo o tempo todo, “não vou comparar, não vou comparar, NÃO VOU COMPARAR!”, mas... O fato é: eu não gostei, aliás, eu odiei ver uma rainha élfica tão passiva (aaaaargh!) ao amante humano, ainda mais um tão jovem, que praticamente acabou de se tornar homem e mesmo sendo tão poderoso, tanto assim que poderia ser o destruidor de sua raça. Enfim. A história é complicada, mas bastante atraente. Recomendo.

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