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13 de jun. de 2025

O cavaleiro dos sete reinos - DLL 2025


Título:
O cavaleiro dos sete reinos
Autor: George R. R. Martin
Mês: Junho 
Tema: Um livro adaptado a série
Editora Leya, 184p./ 184p./ 160p.

Sor Dunk era um escudeiro que, após a morte do cavaleiro a quem servia, resolve disputar o torneio da Campinas de Vaufreixo. É quando conhece Egg, um menino de 10 anos insolente que começa a seguir Dunk. Ele transforma o menino em seu escudeiro e juntos passam a viajar pelos Sete Reinos. Quando uma disputa por um riacho vira uma intriga política que tem origem em tempos passados e nada pacíficos, acaba revelando que a paz não é tão segura assim. E a identidade de Egg precisa ser escondida de todos. 

Eu resolvi logo ler os três volumes dessa série de HQs porque elas são curtas e porque eu queria ver logo a história toda. Essa série vai estrear esse ano na HBO, então aproveitei logo a oportunidade, já que eram outras que estavam guardadas aqui faz muito tempo. Sir Dunkan, que é o futuro de Dunk, já era um pouco conhecido para quem quis se aprofundar na história de Westeros de antes de Aerys, o rei louco, e o papel muito importante que ele desempenha. Eu gostei porque as HQs tem um colorido vivo, e eu adoro isso. Mal posso esperar pela série.

12 de out. de 2022

Para além do diário de Anne Frank – DLL 2022


 

Título: Para além do diário de Anne Frank 
Mês: Outubro 
Tema: Um livro sobre guerra 
Editora Leya, 192p. 

Sinopse: Você sabia que pouco se conhece sobre como foi escrito o famoso diário de Anne Frank? A corajosa e persistente menina resistiu à dura realidade de seus dias de confinamento, escrevendo em folhas soltas, desordenadas, com o que lhe caísse às mãos. E como Anne e os outros clandestinos se alimentavam? Como Anne recebeu os papéis para contar ao mundo sobre o horror da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial? Este livro foi feito com os depoimentos de quem conviveu com Anne Frank, com os documentos da época. Aqui, o dia a dia de Anne é recuperado, sob os nossos olhos, como se estivéssemos vivendo junto e aprendendo, com a coragem e a esperança que ela nos ensina, a acreditar na construção de um mundo melhor. 

Como sempre, tudo sobre Anne Frank causa um impacto e uma curiosidade. Esse foi um dos que eu adicionei logo a lista de desejados assim que vi que era uma publicação da Casa de Anne Frank, na Holanda. Além dos capítulos serem divididos de forma que fale de cada um dos habitantes do Esconderijo, o livro também traz vários fotos (além do possível dedo-duro), uma linha do tempo, um glossário e uma lista pequena sobre os principais campos nazistas mencionados no livro.

27 de jan. de 2021

Falsa acusação (T. Christian Miller e Ken Armstrong) – DLLC 2021

 


Título: Falsa acusação: uma história verdadeira
Autores: T. Christian Miller e Ken Armstrong
Mês: Janeiro
Tema: Um livro ganhador do Prêmio Pultizer
Editora Leya, 336p.

Sinopse: Um livro eletrizante, importante e perturbador, Falsa acusação é baseado numa história real e num artigo vencedor do Prêmio Pulitzer de jornalismo investigativo, que foi publicado no site de uma ONG na internet e viralizou em questão de horas. Como num episódio de Law & Order, os jornalistas T. Christian Miller e Ken Armstrong acompanham o trabalho incansável e a dedicação de duas detetives para colocar um estuprador em série na cadeia e dar voz às suas vítimas – fazendo também uma análise da maneira ultrajante como as mulheres são tratadas quando denunciam casos de violência sexual. Narrado em ritmo de thriller, Falsa acusação está sendo adaptado pela Netflix na série Unbelivable, prevista para estrear em 2019.
Essa é uma história da qual já ouvimos falar inúmeras vezes: uma mulher, vítima de estupro, vai à polícia fazer uma denúncia e acaba sendo interrogada com desconfiança pelos policiais – como que roupa você estava?, o que estava fazendo na rua a essa hora?, por que abriu a porta?, qual a quantidade de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes que você tinha ingerido?, por que você está querendo chamar atenção? A única pergunta que falta nessa lista é: até quando isso vai acontecer?
Em 11 de agosto de 2008, Marie, de 18 anos, foi à polícia denunciar que um homem mascarado entrou em seu o apartamento e a estuprou. Depois de alguns dias, a polícia, e até mesmo algumas pessoas próximas, começaram a desconfiar da história. Os policiais rapidamente mudaram o rumo da investigação e passaram a interrogar a adolescente, que passou de vítima a suspeita. Confrontada com as inconsistências do seu relato e as dúvidas de todos, ela voltou atrás e disse que tinha mentido, que tudo não tinha passado de uma tentativa de chamar atenção. A polícia a acusou de ter feito uma denúncia falsa – e Marie foi taxada de mentirosa e execrada por todos.
Mais de dois anos depois, Stacy Galbraith, detetive de Golden, no Colorado, é designada para investigar um caso de estupro. Ela se junta a Edna Hendershot, detetive responsável por outro caso semelhante, e logo descobrem que estão às voltas com um estuprador em série. As duas detetives se dedicam a uma intensa investigação e acabam relacionando esse criminoso a inúmeros outros casos de violência sexual ainda não solucionados nos Estados Unidos.
Baseado nos arquivos da investigação policial e nas entrevistas com todos os envolvidos, Falsa acusação apresenta uma história cheia de reviravoltas, dúvidas, estigmas, mentiras e, acima de tudo, um profundo desejo de justiça. Além disso, lança no ar o grito de desespero das vítimas de violência de sexual que costumam encontrar mais desconfiança, olhares e palavras de acusação do que dedicação profissional e empatia.
Para Joanne Archambault, CEO da End Violence Against Women International, organização que combate a violência contra mulheres, T. Christian Miller e Ken Armstrong “mostram como a questão de gênero e os vários mitos sobre a violência sexual ainda influenciam – e muito – a maneira como as autoridades responsáveis investigam esses crimes, prejudicando ainda mais as vítimas e permitindo que os criminosos continuem em liberdade e possam cometer mais crimes. Esse livro brilhante é também o relato de uma investigação que só dá certo por causa de duas detetives que acreditam nas vítimas e não desistem de fazer justiça. Bem fundamentado e emocionante, Falsa acusação é uma leitura essencial.”

O que se pode escrever na resenha de um livro sobre o qual a sinopse já diz tudo e qualquer coisa que você escreva parece spoiler? Apesar de fugir de temas polêmicos nas minhas escolhas de leitura, este livro foi o mais atrativo na lista dos vencedores mais atuais do Prêmio Pultizer. Violência sexual, a questão do gênero, são assuntos que se discutem bastante hoje em dia, e o livro prende a atenção pela quantidade de informações, que mostram a quantidade de casos não resolvidos, além de mostrar o quanto o sistema ainda age de forma muito preconceituosa com as vítimas, na maioria das vezes as transformando em culpadas nesse nosso mundo culturalmente patriarcal. Fiquei curiosa para ver a série da Netflix (o episódio de Law & Order eu já vi e confesso que me deixou muito insatisfeita com o fim dele). 2021 mal começou, mas já posso afirmar que este foi uma das melhores leituras do ano.

8 de jan. de 2020

A rosa branca (Amy Ewing) – DLL 2020


Título: A rosa branca
Autora: Amy Ewing
Mês: Janeiro
Tema: Um livro de capa branca
Editora Leya, 320p.

Violet Lasting é uma das muitas jovens compradas por mulheres da Jóia para servirem de barrigas de aluguel, já que as damas da nobreza tem um problema genético que as impedem de engravidar. Ela acaba se envolvendo com Ash, um acompanhante e ambos são descobertos. Lucien, um dos amigos de Violet e sua dama de companhia (feminino porque é um homem castrado) arma uma fuga antes que ela seja castigada, mas Violet insiste em levar Ash, que foi brutalmente punida e corre risco de morte, e Raven, sua amiga que também era uma substituta, e acaba contando com a ajuda de Garret, filho da Duquesa. Quando chegam ao seu destino, A rosa branca, Violet descobre mais sobre os seus poderes e sobre uma sociedade secreta que começou a agir para acabar com os abusos da Jóia.

Esse livro foi bem... morno. Todo segundo livro é o intermediário, e a história uma vezes é rápida, outras não. Foi o caso desse livro. Mais da metade do livro fala da fuga de Violet, Ash e Raven. Foi minha parte favorita porque o clima de tensão é constante. Somente depois que eles chegam na Rosa branca, e Violet começa a descobrir mais sobre a história do lugar e sobre seus poderes, que a história fica devagar. Mas o final... foi daqueles que você precisa ter em mãos logo o livro seguinte. Apesar de ser como eu esperava, consegui ficar bastante ansiosa. Recomendo.

3 de abr. de 2019

O cavaleiro dos sete reinos (George R.R. Martin) – DLL 2019


Título: O cavaleiro dos sete reinos
Autor: George R.R. Martin
Mês: Abril
Tema: Que você comprou há mais de 2 anos
Editora Leya, 384p.

Um cavaleiro andante precisa se agarrar com força ao seu orgulho. Sem isso, não era mais que um mercenário.

Em O cavaleiro dos sete reinos, Dunk acaba de herdar as armas e os cavalos do cavaleiro a quem servia de escudeiro, Sor Arlan de Centarbor, quem o sagrou cavaleiro antes de morrer. Ele decide participar do torneio da Campina de Vaufreixo e acaba conhecendo Egg, sem ter noção da verdadeira identidade do menino. Ele entra no torneio com o nome de Sor Duncan, o Alto, mas acaba se metendo em problemas com os príncipes Targaryen.
O cavaleiro andante narra os acontecimentos de um ano e meio depois do torneio de Vaufreixo, quando Dunk já sabe que Egg é Aegon, um príncipe Targaryen. O menino agora é seu escudeiro o acompanha na tentativa de resolver a disputa territorial entre Sor Eustace Osgrey e Lady Rohanne Webber, a Viúva Vermelha, e Dunk acaba descobrindo mais do que imaginava sobre a Rebelião Blackfire (que começou quando os bastardos de Aegon, o Indigno, resolveram tomar o trono do herdeiro por dirieto).
Em O cavaleiro misterioso, Dunk e Egg estão a caminho do Norte para lutar com os Stark quando encontram uma comitiva de cavaleiros e são convidados para uma festa de casamento, sem saber da trama que está se desenvolvendo por debaixo dos panos nupciais. O que está acontecendo na verdade é uma reunião entre antigos apoiadores Blackfire que objetivam tirar do trono Aerys e com ele sua Mão, Brynden Rivers, e colocar lá um pretendente de descendência bastarda. A coisa toda muda quando o próprio Olho de Corvo entra em cena.

“Um cavaleiro andante é o tipo mais verdadeiro de cavaleiro, Dunk”

Faz é tempo que eu tenho esse livro e estava esperando a hora certa para ler. Quando se trata do mundo criado por Martin, todo novo livro eu resolvo guardar na estante para ver se não acabo tão rápido, já que não se tem uma data certa para o lançamento dos livros que faltam para completar a série Mundo de gelo e fogo. Tinha minhas dúvidas sobre esse livro em particular, mesmo sendo esses personagens muito importantes para a construção do enredo que se vê na série, e ainda bem que não fiquei decepcionada. 
Vale cada minuto da leitura. Egg acaba sendo um personagem bem divertido e sua interação com Dunk, um dos futuros soldados mais aclamados da Guarda Real. São três contos retratando três acontecimentos durante a infância de Aegon e juventude de Duncan, e eu confesso que por mostrar mais de Brynden Rivers (aquele que os fãs tem absoluta certeza de ser o vidente na árvore que auxilia Bran Stark), o último conto se provou o meu favorito. Livro completamente indicado.

10 de set. de 2018

Game of thrones (Bryan Cogman) – D12ML 2018


Título: Game of thrones: por dentro da série da HBO – primeira e segunda temporadas
Autor: Bryan Cogman
Mês: Setembro
Tema: Um livro com menos de 200 páginas
Editora Leya, 192p.

Sinopse: A superprodução Game of Thrones da HBO reina como a série de TV a cabo com maior audiência. Este livro dá aos milhares de fãs novas maneiras de entrar neste mundo de ficção e descobrir mais sobre os amados (e odiados) personagens e sobre os enredos eletrizantes. Centenas de fotos da produção dos sets e figurinos, história dos bastidores revelam como os criadores da série transformaram o best-seller de fantasia do George R.R. Martin no mundo de Westeros. Apresentando entrevistas com atores e membros da equipe que captam os melhores momentos das duas primeiras temporadas, bem como um prefácio de George R. R. Martin. Este volume especial, encadernado em capa ricamente trabalhada, oferece acesso exclusivo a esta série televisiva sem precedentes.

Esse livro é aquele tipo de coisa que vale a pena para quem é muito fã da série da HBO. E o livro em si é bom mesmo, principalmente levando-se em conta que fala das primeiras temporadas, que foram as melhoras (Ned, Robb, Catelyn, os lobos cinzentos ainda estavam vivos). Foi legal descobrir o processo de escolha dos atores para os papéis principais, quem fez teste e quem não fez, sobre os locais de filmagens e tudo isso que também pode ser encontrado nos extras dos dvds da série (para mim, valeu porque a minha ânsia de comprar os dvds acabou depois da sétima temporada). A diagramação é um primor, vale a pena.

8 de ago. de 2018

Além da muralha (James Lowder) – DLL 2018


Título: Além da muralha
Autor: James Lowder
Mês: Agosto
Tema: Um livro de capa preta
Editora Leya, 288p.

Os quatorze ensaios organizados por James Lowder aborda temos como as disputas pelo poder, o papel das mulheres na trama, a natureza dos seres e deuses, a complexidade dos heróis e vilões, a questão dos livros na era dos ebooks e a prática do colecionamento das diferentes edições.

Esse foi um desses livros de ensaios que eu queria que tivesse pelo menos 500 páginas. Os textos são muito MUITO bons. À medida em que eu lia, só me lembrava das discussões sobre os livros e o quanto a série se distanciou deles feitas no grupo de facebook O Grande Septo (onde as discussões são sempre excelentes e abordam vários aspectos dos livros). O melhor de tudo é que James não se delimita a uma só questão, os textos abordam aspectos da obra através de primas éticos e psicológicos.

4 de set. de 2017

O dragão de gelo (George R.R. Martin) – IDY 2017


Título: O dragão de gelo
Autor: George R.R. Martin
Mês: Setembro
Tema: Dragões na capa
Editora Leya, 128p.

Adara é uma criança do inverno. Ela nasceu em um dos piores que se lembra, cujo frio intenso levou sua mãe logo depois que ela nasceu. Uma garotinha que não chora e cujos sentimentos são bastante internos, Adara entende, aos 7 anos, o que significa ser uma criança do inverno depois de ouvir uma conversa entre seu pai e tio Hal, em uma de suas visitas. Enquanto no verão ela não conseguia achar divertimento algum, no inverno a menina se enchia de alegria, pois era nessa época que ela podia passar tempo com o dragão de gelo, animal que todos consideram lenda. Mal sabem eles que Adara e seu amigo terão um papel fundamental na guerra contra os cavaleiros de dragão que vem avançando pelo reino.

Como acontece com a maioria dos meus livros, eu comprei esse pra ficar na estante, esperando a sua hora. Depois de ler todos os livros das Crônicas de Gelo e Fogo para poder finalmente entender as discussões dos fãs sobre a série, resolvi guardar esse porque, não dá para negar, os livros do Martin são envolventes. E mesmo que O dragão de gelo não tenha nada a ver com as Crônicas (apesar dos tais spoilers de que a próxima temporada vai trazer o rei do inverno montado em um dos dragões de Daenerys transformado em dragão de gelo), eu quis esperar para ler. O livro é uma dessas pequenas perfeições que de vez em quando temos em mãos, sabem, quando acertam na diagramação, nas ilustrações (vejam o portfólio do artista, Luis Royo), na capa, em tudo combinando e fazendo jus a história. Além disso, esse pequeno conto ensina várias lições de vida. Adoro como Martin sabe fazer analogias entre verão, inverno e sentimentos. O que torna a história baste forte é que tudo é narrado da perspectiva de Adara.

15 de abr. de 2016

A dança dos dragões (George R.R. Martin) – RC 2016


Título: A dança dos dragões
Autor: George R.R. Martin
Mês: Abril
Tema: Melhor avaliado da TBR
Editora Leya, 864p.

Tyrion fugiu de Porto Real após matar o pai. Ele é ajudado por Varys e acaba indo parar na mansão de Illyrio, antigo protetor de Daenerys e Viserys. Ele se deixa ser levado até certos estranhos, que mais tarde acaba descobrindo serem o exilado Jon Connington, ex-mão do rei Aerys e grande amigo de Rhaegar, e um jovem que dizem ser o príncipe assassinado... Enquanto isso, Daenerys, do outro lado do mar, vai aprendendo na prática o que é governar. Dois de seus dragões estão presos enquanto o maior e mais selvagem sumiu, e a rainha se vê cada vez mais envolta na política de Mereen e das cidades escravagistas que a odeiam desde que ela acabou com o comércio de escravos. Em Westeros, Cersei está lidando com as conseqüências de seus atos políticos estúpidos. Jon Snow agora é o 998º Comandante da Patrulha da Noite e para proteger os homens do inverno que está chegando e das criaturas que vem com ele, não hesita em transformar os antigos inimigos do reino em aliados. O problema é que nem todos pensam como ele. Além disso, desiludido com as profecias erradas de Melisandre, Jon não aceita seus avisos acaba pagando caro por isso...

Finalmente!!!! Mesmo com toda a demora do Martin em lançar o sexto livro, eu achei que não conseguiria terminar esse livro a tempo. Graças a Deus consegui, e até antes da nova temporada \o/ Agora consigo entender mais a revolta dos fãs leitores com a HBO e o fato de certos cortes de personagens e invenção de eventos, as mudanças são tão drásticas que eu até mesmo agora estou preferindo o livro (a cena de Daenerys domando Drogon é MUITO MELHOR no livro)... Adorei a leitura, principalmente as partes em que Cersei se ferra (adorei!) e não entendo porque a maioria diz que arrasta a leitura. O epílogo desse livro ACABOU comigo, mais ainda do que o final (se eu já não tivesse visto a série e não tivesse lido o Martin falando sobre os eventos subseqüentes, eu teria pirado hahahaha). Amei, amei, que venha Ventos do Inverno porque o inverno está chegando.

16 de mar. de 2016

O festim dos corvos (George R.R. Martin) – RC 2016


Título: O festim dos corvos
Autor: George R.R. Martin
Mês: Março
Tema: De autor que sente que deveria ler agora
Editora Leya, 641p.

Depois do Casamento Vermelho, os Starks parecem mesmo estar acabados. Robb e Catelyn mortos, Sansa nas mãos de Mindinho, Bran sumido na vastidão para além da Muralha e Arya em Bravos. Cada um deles terá que lidar com os perigos que encontrarem no caminho. No Norte, seus grandes senhores lutam entre si enquanto buscam vingança pelo que aconteceu aos seus parentes nas mãos dos Frey. Eles não sabem, mas uma mulher misteriosa e assassina que agora anda junto aos homens de Beric e Thoros de Myr também busca vingança... Em Porto Real, Cersei tenta se manter firme e forte como uma leoa do Rochedo deve ser, para proteger Tommen e enfim poder fazer o que sempre quis, governar. Suas decisões equivocadas e tomadas por medo de uma antiga profecia a levam a um caminho sem volta, e poderá lhe custar tudo aquilo que não está preparada para abrir mão, enquanto na Muralha Jon Snow, agora Senhor Comandante da Patrulha, precisa lidar com o irascível rei Stannis e sua feiticeira vermelha. Os homens de ferro, com Balon morto, agora precisam escolher um novo rei, que além de querer a cadeira de pedra do mar, também almeja o Trono de ferro. Longe de tudo isso, em Dorne, a população quer vingança pela morte de Oberyn. Aryanne, filha do príncipe Doran e sua herdeira, arma um golpe que dá errado e que poderá custar muito mais do que o rosto marcado de Myrcella.

Depois de A tormenta de espadas, confesso que não fiquei muito ansiosa para ler o que acontecia a seguir. Exatamente como aconteceu com a série, depois que eu vi o destino do Jovem Lobo (mais uma morte literária com a qual eu jamais irei me acostumar). Li esse livro na maior vagarosidade possível, Como eu vi a série antes de ler os livros, eu ficava me perguntando quais eram as asneiras que a rainha Cersei fazia pra causar tanta raiva nas pessoas. Esse livro deixou tudo muito claro. Apesar de ser uma personagem mal compreendida por alguns, e sim ter algumas ressalvas, ela não me cativa (apesar de, na última temporada, eu ter ficado com pena dela. Mas a pena passou rapidinho quando lembrei de Lady :’( ) Achei meio cansativas as partes de Arya também, e de Brienne. Mas as aparições de Lady Coração de Pedra, cortada da série (POR QUE RAIOS VOCÊ FAZ ISSO, HBO???) compensaram as partes chatas. Agora estou ansiosa para ler o livro seguinte, antes da nova temporada começar. Como toda a série de Martin, recomendo. E mesmo que, como eu, você se desanime depois do Casamento Vermelho, continue. Vale a pena.

5 de fev. de 2016

A tormenta de espadas (George R.R. Martin) – DL 2016


Título: A tormenta de espadas
Autor: George R.R. Martin
Mês: Fevereiro
Tema: Com mais de 600 páginas
Editora Leya, 880p.

A chamada Guerra dos cinco reis continua. Tyrion se recupera após ter salvado Porto Real do ataque de Stannis Baratheon, enquanto Sansa, ainda refém mas livre do compromisso indesejado com Joffrey, nem imagina o que está sendo tramado a sua volta. E Robb Stark, o jovem lobo, continua se saindo vitorioso em todas as suas batalhas, mas vai descobrir o alto preço a pagar por promessas não cumpridas. Enquanto o reino sangra, a muralha continua precisando de ajuda, pois os selvagens planejam um grande ataque, enquanto Jon Snow se divide entre o papel que é forçado a desempenhar junto aos selvagens e a consciência de ser um traidor. No Leste, Daenerys continua a jornada rumo a Westeros. Seus dragões crescem a cada dia, e ela precisa sustentar o povo que a segue. Longe de ser ainda uma garotinha assustada, Daenerys agora irá mostrar que é do sangue do dragão e tentar pôr fim às injustiças com as quais se depara ao passar por cidades escravagistas. Mais que tudo, ela irá aprender a governar.

Continuando de onde parou a história em A fúria dos reis, esse livro te prende tanto quanto o segundo da série. Eu só parava de ler quando realmente não agüentava mais. Simplesmente não dava pra largar, era muita coisa acontecendo, e mesmo eu tendo visto a série já, tem muita coisa que muda. Depois de ler esse livro entendi porque todo mundo odeia a Sansa. Sério, nunca vi uma pessoa pra ter o dom de estragar com a própria vida. Dar raiva mesmo, muita raiva. E uma das coisas que me impressionaram foi a forma como todos os acontecimentos por trás do Casamento Vermelho foram tomando forma aos poucos, como se tudo fosse se encaixando. Fiquei impressionada e com muito ódio, por Robb estar frágil (o que realmente não era culpa dele) e por ser muito burro (o que foi totalmente a culpa dele)!!!! É impressionante a capacidade de que você torce pra desgraça não acontecer à medida que lê, mesmo que saiba que não adianta nada. Esse será um livro que eu com certeza demorarei pra ler de novo, e como faço quando assisto a terceira temporada, pularei o final. Porque não dá. Simplesmente não dá (Vento Cinzento :’( )

3 de fev. de 2016

A fúria dos reis (George R.R. Martin)


Título: A fúria dos reis
Autor: George R.R. Martin
Editora Leya, 653p.

A última Mão do Rei, Lorde Eddard Stark, foi executado por traição aos pés do septo, e isso deflagrou a guerra dos cinco reis. No norte, seu filho Robb foi coroado como Rei do Norte e começa a lutar para derrotar seus inimigos e responsáveis pela morte de seu pai. Nas Ilhas de Ferro, Theon faz parte do plano do pai de se vingar daqueles que o humilharam anos antes. Stannis e Reny, irmãos do falecido rei Robert, começam a disputar não somente o trono de ferro, mas a também o lar ancestral da família, Ponta Tempestade. Enquando Renly é querido de todos, Stannis se vale de feitiçaria para assegurar sua vitória sobre o irmão, além de soltar rumores sobre a verdadeira origem do novo rei, Joffrey Baratheon, que agora assume o trono em Porto real, enquanto a rainha regente Cersei “se une” ao irmão Tyrion, a nova Mão do Rei. Enquanto isso, Jon Snow acompanha o Lorde Comandante da Patrulha da Noite na sua primeira excursão em busca dos patrulheiros desaparecidos e de Mance Ryder, o patrulheiro perjuro que agora é o líder dos selvagens. Em Winterfell, Bran e Rickon acabam sofrendo um embuste traiçoeiro e se vêem sem família, enquanto sua mãe Catelyn pensa que estão mortos, Do outro lado do mar, Daenerys Targaryen, com seu pequeno khalazar, parte em busca de meios para retornar ao reino que gostaria de chamar de lar. A guerra pelo trono de ferro toma novos rumos, enquanto Sansa tenta sobreviver no covil dos assassinos do pai e Arya continua na estrada em busca do que restou de sua família.

Depois de terminar A guerra dos tronos meio traumatizada, eu li alguns livros mais leves para desanuviar a mente, tentando me controlar pra não pegar o livro seguinte. Não adiantou nada. Apesar de já ter visto todas as temporadas da série, não dá pra negar que tem diferença, claro, algumas até gritantes. Por isso fui logo começar a ler A fúria dos reis. Uma característica incrível do Martin (e de outros poucos autores) é que o leitor consegue sentir a atmosfera da história do livro anterior no livro seguinte. Sim, é uma série e o enredo é contínuo, logo, deveria ser exatamente assim, apesar de que em outros livros escritos da mesma forma isso não acontece. O sentimento que se experimenta, de revolta e raiva, pela morte injusta de Ned Stark acompanha todo o trajeto que se faz pela leitura e você se vê torcendo pelos Starks desesperadamente, se apavorando quando Lorde Tywin Lannister parece estar marchando para encontrar o exército de Robb, amaldiçoando a trairagem de Theon e se desesperando quando a desgraça cai sobre Winterfell. As sensações ao ler este livro são tão intensas quanto a história e isso faz um bom autor. Louca para ler o terceiro livro, mesmo tendo a certeza absoluta de que irei me desesperar muito mais.

27 de nov. de 2015

A guerra dos tronos (George R.R. Martin) – RC 2015


Título: A guerra dos tronos
Autor: George R.R. Martin
Mês: Novembro
Tema: Começou mas não terminou
Editora Leya, 682p.

Os Starks são a família protetora do Norte de Westeros. Quando lorde Stark, Eddard, é chamado para fazer a justiça do rei, ele encontra no caminho o símbolo de sua casa, um grande lobo morto com a galhada de um cervo na garganta. O animal, uma fêmea, cuja espécie não é vista há anos nesta parte do mundo, só teve tempo de parir antes de sucumbir ao ferimento, deixando 6 filhotes. Brandon, o filho mais novo de Eddard que acompanha o pai, não quer que os filhotes sejam sacrificados e seu irmão bastardo Jon Snow pede ao pai para que eles possam ficar com os lobos. No mesmo dia, chega uma carta avisando que a Mão do Rei e amigo de Eddard, lorde Arryn, morreu e que o rei e sua corte chegarão em Winterfell em pouco tempo. Mesmo suspeitando que a longa viagem do rei Robert tivesse como objetivo transformá-lo na nova Mão, Eddard ainda assim está indeciso e só quando sua esposa Catelyn recebe uma carta da irmã avisando dos perigos em Porto Real ele decide aceitar a proposta. Mas um acidente envolvendo Brandon transforma mais ainda a tranqüilidade da família, já abalada pela chegada do rei. Winterfell fica vazia, pois Eddard e suas filhas partem para Porto Real enquanto Jon viaja para a Muralha para se tornar um patrulheiro. Do outro lado do mundo, as coisas também estão agitadas, pois Viserys Targaryen, filho do rei destronado Aerys, quer a todo custo reconquistar o que foi de sua família. Ele casa sua irmã Daenerys com um líder dothraki, Khal Drogo, senhor do povo dos cavalos, em troca de um exército. Em Porto Real, Eddard se aproxima da verdade sobre a morte da antiga Mão, enquanto do outro lado do mar, Daenerys começa a assumir o controle de sua vida. Problemas surgem e as sementes da tragédia são plantadas na vida destes dois personagens, trazendo conseqüências sérias para toda Westeros.

A minha história com esta saga literária é no mínimo curiosa. Comprei o livro faz tempo, mas por curiosidade do que outra coisa. Deixei ele guardado outra metade desse tempo, comecei a ler, parei, comecei a ver partes das várias temporadas da série (fora de ordem) e, apesar de saber um pouco sobre as mortes horrorosas através de pesquisa e comentários de amigos que já conheciam a série, não fiz questão de ler nem ver mais nada. Até a temporada de 2014, quando a TV a cabo liberou o sinal da HBO e fiz uma maratona das três temporadas. Vi mais vídeos no youtube, fui atrás de mais informação, mas foi por causa de um grupo de amigos que curtiam os livros e a série que resolvi ler a sério. Comecei a ler e como não podia deixar de ser, virei fã. Já sabia da complexidade da obra graças as entrevistas que via do autor e dos fãs, mas só lendo mesmo pra entender. Adorei, fiquei traumatizada, mas como uma boa fã, vou acompanhar tudo até o final. Recomendo a todo fã de fantasia como eu.

16 de nov. de 2015

A jóia (Amy Ewing) – RC 2015


Título: A jóia
Autora: Amy Ewing
Mês: Novembro
Tema: Publicado no ano
Editora Leya, 352p.

Violet Lasting nasceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Separada de sua família desde cedo por ser fértil, ela é treinada e com dezesseis anos, se prepara para ser leiloada a uma das damas da Jóia, casta da realeza. O objetivo: fornecer a sua compradora um(a) herdeiro(a) saudável, isso porque as mulheres da realeza não podem ter filhos e quando os tem, nascem com anomalias ou mortos. Além da fertilidade, Violet e suas colegas apresentam um tipo de poder chamado Presságio que permite modificar a cor e forma das coisas, possibilitando a “produção” de crianças perfeitas. Temerosa de como será sua vida como substituta e com muita saudade de sua família, ela começa a ver o tratamento cruel ao qual as substitutas são forçadas, sendo tratadas como animais de estimação, sem ter noção do destino que as espera após cumprirem seu papel. Sem poder fazer nada, ela se rende... até conhecer o jovem Ash Lockwood, um acompanhante da realeza. Ajuda para se livrar dessa situação também surge de onde menos se espera, mas o romance com Ash pode colocar tudo a perder.

A primeira vez que vi a capa deste livro, duas coisas vieram na minha cabeça: distopia e a série da Kiera Cass. Nem sabia do que se tratava, só pela capa eu já fiquei obcecada. Demorei um pouco pra comprar e fiquei me agüentando para chegar logo o momento de poder ler. Adorei. O enredo é envolvente, para dizer o mínimo. Confesso que quando li a seguinte frase “... e seu único propósito é dar à luz um herdeiro saudável para a Duquesa...” fiquei enojada e ao mesmo tempo curiosa. Comecei a ler e mesmo com essa sensação de repulsa, eu gostei, puramente porque é uma sociedade matriarcal. O homem ocupa o cargo mais importante, mas quem manda é a mulherada, tanto as substituas que tem o poder de engravidar, quanto as damas da realeza, que tem o poder de escolher e determinar que tipos de filhos elas terão. As intrigas são muito bem construídas, o que é só mais um atrativo do livro. E o final... Nada, absolutamente nada, teria me preparado para aquilo, principalmente porque não dei valor para um personagem secundário que aparentemente só faz figuração na história. Ansiosíssima para ler a continuação. Recomendado.

20 de fev. de 2015

A menina que não sabia ler (John Harding) – RC 2015


Título: A menina que não sabia ler
Autor: John Harding
Mês: Fevereiro
Tema: Livro que te assusta
Editora Leya, 282p.

Florence e Giles são irmãos por parte de pai. Desde muito cedo, ambos ficaram órfãos (a mãe de Florence morreu ao dar à luz e a mãe de Giles morreu em acidente). Desde então, estão aos cuidados de um tio negligente que, devido a um trauma do passado, é contra a alfabetização e educação das mulheres. Assim, eles vivem aos cuidados dos criados em uma propriedade interiorana da Inglaterra do final do século XIX. Florence é esperta, inteligente e se torna autodidata quando seu irmão vai para um colégio. Durante esse período, ela também conhece Theo Van Hoosier, menino asmático que acaba se tornando seu amigo. Quando o irmão volta para ser educado em casa, a nova e misteriosa preceptora, Srta. Taylor chega e transforma a vida de Florence, pois a menina sabe que tem alguma coisa estranha com a mulher. Em uma determinada noite, Florence tem seus medos confirmados, e a partir daí, as duas começam a travar uma “guerra” silenciosa na qual o pequeno e ingênuo Giles será o “prêmio” final.

Esse livro não foi nada, absolutamente nada, que eu pensei que seria. Devo dizer que ele se encaixa nesta categoria do desafio porque eu tive medo de ler e odiar. Na primeira vez que ouvi falar dele, o título me chamou um pouco atenção. Mesmo um pouco curiosa, foi uma aquisição que eu sempre deixava de lado. Depois que consegui, também não tive muita pressa para ler, sempre tinham outros mais importantes na lista. Até que surgiu a oportunidade. Repito, não foi nada do que eu esperava. A sinopse e o título escondem completamente a temática do livro, então a cada capítulo era uma surpresa, o que não me deixou largar até terminar. Você simplesmente fica preso, pensando no que Florence vai fazer, torcendo para ela não ser descoberta quando sai para espionar ou fazer coisas escondidos, nesses momentos parece que você É Florence e que é VOCÊ que corre o risco de ser descoberta (e aqui eu faço um paralelo com A abadia de Northanger, de Jane Austen, quando sua protagonista, Catherine Morland, está com a mente tão acesa enquanto espiona certos lugares da abadia que a impressão que fica é que ela será descoberta a cada passo). O clímax da história enlouquece e o final... Não acreditei, não conseguia acreditar no que Florence estava fazendo, cheguei até a ficar com raiva dela em alguns momentos. Livro excelente, completamente recomendado.

12 de jan. de 2015

A menina que navegou ao reino encantado (no barco que ela mesma fez), de Catherynne M. Valente – DL do Tigre 2015


Tema: Escrito por uma mulher
Mês: Janeiro
Leitura do mês: A menina que navegou ao reino encantado (no barco que ela mesma fez)
Autora: Catherynne M. Valente
Editora: Leya, 279 p.

Setembro é uma menina que vive praticamente sozinha. O pai é soldado e pariu para lutar na guerra, enquanto a mãe trabalha fora de casa. Quando o Vento Verde aparece para Setembro e a convida para conhecer o Reino Encantado, a menina aceita. Montada no Leopardo Voador, ela parte rumo ao desconhecido. Para entrar no Reino Encantado, Setembro tem que passar pelo Armário Entre Mundos e o Vento Verde não pode mais acompanhá-la. Sua chegada acontece em um momento complicado, pois todos lamentam o desaparecimento da amada rainha Malva e agora a Marquesa governa o reino com mãos de ferro. Setembro acaba ganhando uma “missão”, e em sua jornada ela conhece um draladoteca (filho de mãe dragão com pai biblioteca) chamado A-Até-L, ou Éle, que se torna seu companheiro. Juntos, eles conhecem outras pessoas e seres que se juntam a ela, dando uma nova forma a seu objetivo.

Eu consegui esse livro em uma troca, depois de fazer uma pesquisa rápida e ver que o gênero era fantasia. Não conhecia a autora nem tive nenhuma recomendação sobre o livro, além da boa pontuação no skoob, mesmo assim não sabia o que esperar. No início da leitura parecia que eu estava me arrastando, confundi algumas vezes os nomes de alguns personagens. Só quando chegou na parte do dragão que adora livros, Éle, eu comecei a gostar. Não é uma história ruim, só achei devagar, mas depois que você entra no ritmo da leitura, se encanta com todos os personagens, inclusive com a Marquesa. A capa também é uma beleza, e o melhor de tudo: o livro é ilustrado, e eu AMO livros ilustrados. Recomendo porque a história, apesar de parecer clichê, consegue prender a atenção com os desenhos e com a complexidade de seus personagens.

20 de set. de 2013

Hunger games (Lois H. Gresh)


Título: Hunger games: a filosofia por trás dos Jogos Vorazes
Autora: Lois H. Gresh
Editora Leya, 199p

As fontes de inspiração para a criação dos lugares, personagens, fatos e situações retratados por Suzanne Collins em seus livros da série Jogos Vorazes. Cada capítulo aborda um aspecto da história de Collins: desde a questão de regimes opressores até os reality shows, passando por aspectos sociais inerentes, como a fome, a pobreza, a riqueza, a divisão de recursos para a sobrevivência, tudo isso temas bastante reais. O livro inicia falando sobre o fim do mundo, o apocalipse, tema que não podia ser mais atual. A autora aborda cada tópico fazendo relações com acontecimentos históricos mundiais.
Um livro muito legal, que me fez refletir de certa forma. Bastante informativo, com uma linguagem acessível. Indicado a todos os fãs da trilogia Jogos Vorazes.

24 de mai. de 2013

O mágico de Oz (L. Frank Baum) – DL 2013


Tema: Livros citados em filmes
Mês: Maio
Título: O mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum
Ed. Leya, 189p.

Dorothy vive no Kansas com os tios e seu cachorrinho Totó. Quando um ciclone atinge a casa em que eles vivem, a menina não tem tempo de se esconder com a tia no alçapão e acaba sendo levada com casa e cachorro pelo vento forte. Ao acordar, ela descobre que foi parar na terra de Oz, lugar muito colorido, diferente do cinzento Kansas. Na aterrissagem da casa, acaba por matar uma das bruxas más do lugar. E Dorothy encontra uma da bruxa boa, que recomenda que a menina viaje até a Cidade das Esmeraldas para pedir a Oz que a faça e a Totó voltarem para casa. No caminho, ela acaba ajudando um Espantalho, um Homem de Lata e um Leão covarde, e assim os quatro e Totó partem em busca de Oz para que o grande mágico ajude cada um a conseguir seu desejo.

Eu nunca me interessei por essa história, em parte por causa do filme de 1939 estrelado por Judy Garland, que eu vi algumas vezes quando criança. Não sei por quê, mas sempre me pareceu uma história sem cabeça, apesar da minha mãe sempre ter tentado me convencer do contrário. Aí eu vi a edição da Leya, gostei da capa, mas mesmo assim não tive tanta vontade de comprar um. Até ver que era uma das minhas únicas opções para o desafio desse mês. Então fui atrás. Li e gostei. A história não tem nada de chata, era puro preconceito da minha parte. Mais um clássico na minha estante de lidos.