7 de ago. de 2026

Siegfried (Alex Alice) – 52 BCRC 2026



Título: Siegfried
Autor: Alex Alice
Mês: Agosto 
Tema: Uma recomendação do Goodreads 
Editora Comic Zone, 256p.

Sinopse: Livremente adaptado da lenda dos Nibelungos, que inspirou Wagner em uma de suas mais belas óperas, Siegfried é uma obra-prima da fantasia heroica em quadrinhos. O lendário matador de dragões das sagas nórdicas e germânicas ganha vida sob o traço magistral de Alex Alice, criador de O Castelo das Estrelas e de O Terceiro Testamento.
Siegfried, filho de um mortal e de uma deusa, é criado por Mime, o Nibelungo, em meio aos lobos. Perseguido por Odin, o jovem se apaixona por uma valquíria, em uma jornada épica repleta de coragem, paixão e lendas ancestrais. 
Esta edição integral tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura com verniz localizado, 256 páginas em cores, impressas em papel couchê de alta gramatura.

Eu adorei essa hq. Já tinha lido uma sobre a mesma história, não tão focada em Siegfried, e sim sobre a história do anel dos nibelungos, então eu já tinha uma ideia do que seria essa hq. Mais focada no herói Siegfried e na sua paixão por uma Valquíria, a HQ tem uma ótima qualidade, o colorido é lindo, a diagramação é excelente. De todas as minhas recomendações do Goodreads para este desafio, essa foi a que mais me atraiu. Recomendado.

5 de ago. de 2026

Eternity (Matt de La Peña) – 52 BCRC 2026



Título: Eternity
Autor: Matt de La Peña
Mês: Agosto
Tema: De uma série com no mínimo oito livros
Editora Scholastic, 192p.

Dak, Sera e Rik conseguiram evitar uma grande catástrofe na história e, enquanto Rik ficou no passado de Alexandre o Grande, Dak e Sera voltaram ao presente. Só que os problemas não acabaram e agora eles precisam voltar no tempo de novo e consertar de vez os problemas que Tilda.  

Eu queria muito que esse livro tivesse sido publicado em português, afinal é o último livro da série Infinity ring. Faz tempo que eu li o sétimo, então foi meio difícil me situar, mas eu gostei da história e de como terminou tudo. Também gostei da surpresa sobre Laika, a cachorrinha que os soviéticos lançaram no espaço. Foi um ótimo encerramento, recomendo.

3 de ago. de 2026

Galateia (Madeline Miller) – 52 BCRC 2026



Título: Galateia
Autora: Madeline Miller
Mês: Agosto
Tema: Nome e sobrenome do autor começam com a mesma letra
Editora Planeta Minotauro, 96p.

Uma nova releitura do conto de Pigmalião, o escultor que se apaixona por sua obra-prima. Nesta versão, Galateia é uma mulher que vive aprisionada num lugar onde é constantemente monitorada por médicos, a espera de um marido que, quando chega, deve encontra-la transformada em pedra, para que a beijei a transforme em uma mulher de verdade....

Enquanto eu lia, não sabia colocar em palavras o nível de asco que senti. O quão nojento eu achei o fato da mulher se fingir de estatua para despertar à vida quando é beijada pelo mesmo homem que a mantém prisioneira. Em cada linha desse conto, a autora consegue escrever de uma forma que mostra uma crítica velada a misoginia da história. Eu gostei muito do final, na verdade fiquei bem satisfeita. Totalmente recomendado.

1 de ago. de 2026

Aniversário de lançamento: A guerra dos tronos

Uma das grandes séries de fantasia começou a ser publicada faz 30 anos. Em agosto de 1996, George R.R. Martins publicou A guerra dos tronos, talvez sem imaginar que sua série não estaria concluída depois de tanto tempo...




27 de jul. de 2026

198 livros: PORTUGAL – Marília de Dirceu (Tomáz Antonio Gonzaga)

Sinopse: Depois de Camões, Tomás Antônio Gonzaga é o poeta que tem mais leitores na língua portuguesa. Incontáveis edições já foram tiradas, no Brasil e em Portugal, das famosas liras de Marília de Dirceu, que com prestígio não menor têm transitado noutros idiomas: inglês, alemão, francês, italiano e espanhol.
Ainda que extremamente elaboradas, denotando o virtuosismo do poeta, essas liras parecem brotar espontaneamente dos mais calorosos recônditos da alma, e é esta harmonia entre a técnica e a emoção que fazem de Gonzaga o grande poeta que os leitores de hoje aprenderam a amar. De resto, soube ser original, dando um passo à frente da poesia de seu tempo: entre os cenários pastoris sem nome e sem história, próprios do Arcadismo, ele introduziu a cor local e retalhos da amarga história da colônia: a Vila Rica dos anos da "derrama" e da malfadada Conjuração Mineira.


A leitura é fácil e confesso que para mim foi mais agradável do que todos os livros obrigatórios para vestibular que li na vida porque trouxe uma característica do Romantismo (apesar de ser uma obra com muitas marcas do Arcadismo): a figura da mulher amada entra no plano idealizado mas acessível. Surpreendentemente, gostei da leitura.

Editora Martins Claret.
224 páginas.