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6 de jul. de 2022

Guia de leitura (Léa Masina) – DLL 2022


 

Título: Guia de leitura 
Autor: Léa Masina 
Mês: Julho 
Tema: Um livro sobre livros e bibliotecas 
Editora L&PM Pocket, 248p. 

Sinopse: O que ler, dentre tantas possibilidades que se apresentam na vida – demasiado curta para abranger toda a literatura clássica e os novos autores que surgem a cada dia? 
Esta é uma questão que se coloca a todos os leitores. Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler apresenta, de modo sucinto e claro, cem escritores que se destacam no ramo da ficção e que, através dos séculos, deixaram sua marca na imaginação humana. O leitor encontrará aqui um breve texto sobre a vida de cada um deles, uma relação dos títulos mais importantes por autor seguidos de um ensaio escrito por críticos literários, jornalistas, escritores e professores; pessoas, em suma, apaixonadas pela leitura. 
Abrangendo narradores estrangeiros e brasileiros, do século V da Grécia antiga ao século XX, o livro reúne os principais nomes do chamado cânone da literatura ocidental: homens e mulheres geniais que, quer por sua originalidade estilística, narrativa ou temática, atra¬vessam o tempo, sendo lidos e relidos por aqueles que apreciam bons contadores de histórias. 
Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler se propõe a ser não uma lista exaustiva de autores e obras, mas um valioso livro de referência, um companheiro para todos aqueles que se aventuram e se deleitam nos imprevisíveis e fascinantes caminhos que a literatura sempre está a inventar. 

Esse guia foi mais um desses livros que adquiri sem pretensão, só queria ter na estante exatamente o que ele é, um guia com indicações de livros e autores. As indicações são bem variadas, com os nomes organizados por ordem alfabética trazendo breves biografias e as principais obras de cada um. Minha única queixa é a escassez de autoras. Fora isso, livro muito bom. Recomendo.

21 de ago. de 2019

Lendo o Brasil: RIO GRANDE DO SUL – Akhenaton e Nefertiti: uma história armaniana (Carmen Seganfredo e A.S. Franchini)

Akhenaton, nascido Amenotep IV, filho de Amenotep III, foi alçado a herdeiro do trono após a morte do irmão Tutmés. Sua esposa-real, Nefertiti, considerada a mulher mais linda do mundo na antiguidade. Ambos são duas figuras muito enigmáticas para a história, cujos vestígios de reinado são tão poucos que nem os maiores especialistas hoje tem esperanças de descobrir o que realmente aconteceu em suas vidas. O que se sabe é que Akhenaton tentou estabelecer o monoteísmo no Egito, com o culto a Aton, sendo esta uma grande revolução política e religiosa.


Eu já li um ou dois livros da A.S. Franchini e da Carmen Seganfredo, então fiquei um pouco surpresa (quase negativamente) durante a leitura deste livro, não pela história em si, fazia muito tempo que eu não lia um romance histórico sobre o Egito (os primeiros que eu li foram sobre Cleópatra, uma leitura apaixonante) e estava saudosa. Acho que fiquei meio desapontada por causa da linguagem utilizada. Mas... deixando isso de lado.
A história é envolvente do início ao fim, mais de uma vez me peguei lembrando a minha época da faculdade de História em que eu devorava qualquer coisa sobre o Egito (em grande parte graças ao filme Múmia rsrsrs). Neste livro, Akhenaton tenta instituir o culto a um único deus no Egito politeísta e como a história afirma, não teve sucesso. Gostei das cenas do romance dele com Nefertiti e como se deu o nascimento daquele príncipe que reinou por pouco tempo, mas cuja múmia, mais tarde, se tornou um dos maiores achados arqueológicos: Tutankhamon (com esse nome já convertido ao culto a Amon, abandonando o culto a Aton de seu pai). Livro muito recomendado.

Editora L&PM Pocket.
330 Páginas.

24 de jul. de 2019

198 livros: BÉLGICA – A primeira investigação de Maigret (Georges Simenon)

De madrugada, o flautista Justin Minard volta para casa quando vê uma mulher gritar por socorro, em seguida ele escuta um tiro. Na mesma hora, ele vai para a delegacia de polícia no bairro de Saint-Georges e conta tudo para o secretário Jules Maigret, que parte para no que será sua primeira investigação. Mas a coisa complica porque o pretenso crime aconteceu no endereço de uma das famílias mais ricas de Paris. Agora Maigret precisa resolver o crime sem deixar que se transforme em um escândalo que posso prejudicar o caso e sua carreira.


Achei esse livro em uma liquidação de livraria que estava fechando, aproveitei a chance de descobrir um novo autor. Mas acho que foi a história de detetive que me chamou a atenção. Maigret é um personagem que ainda está no início da carreira, então foi interessante acompanha-lo em suas dúvidas sobre o crime, ainda mais porque ele segue os manuais de instrução de sua profissão. Eu esperava mais do mistério em si, mas valeu a pena a leitura.

Editora L&PM Pocket.
196 páginas.

17 de jun. de 2019

198 livros – GRÉCIA - Vidas paralelas: Alexandre e César (Plutarco)

Alexandre, o Grande e Júlio César. Dois grandes generais da Antiguidade, que realizaram grandes feitos dentro e fora do campo de batalha. Suas vidas e seus legados são colocados lado a lado nesta publicação escrita por Plutarco, que recupera dados e fatos de suas vidas públicas e privadas, colocando-os lado a lado e comparando-os, não com a intenção de apontar um melhor que o outro, mas com o objetivo de revelar o caráter dos biografados.


Esse livro não é nada do que eu pensei que fosse. Quando encontro livros por aí que tem a intenção de serem biografias de personalidades histórias antigas, sempre são romanceadas, então na maioria das vezes eu só dou o crédito depois de pesquisar em todo canto os fatos que eu desconheço e que o autor aborda no livro. Dessa vez foi diferente. Não que eu achasse que seria uma obra romanceada sobre Alexandre e Júlio César, mas também não esperava que seria o que é: uma biografia. Verdadeiramente. Um livro que reúne os fatos da vida de dois homens que fazem parte da história mundial, sem enrolação. Plutarco é objetivo, narra o que aconteceu de forma simples e direta. As minhas partes favoritas foram justamente a descrição das mortes desses dois homens, porque são acontecimentos tão fantasiados em todas as fontes que já li sobre o assunto que foi ótimo encontrar uma discrição seca dos acontecimentos. Já está como um dos favoritos da minha seção de biografias.

Editora L&PM Pocket.
192 páginas.

27 de jul. de 2016

Turma da Mônica (Maurício de Sousa) – IDY 2016


Título: Turma da Mônica: procurando diversão
Autor: Maurício de Sousa
Mês: Julho
Tema: Cabe no bolso
Editora L&PM Pocket, 128p.

Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e seus amigos aprontando todas no bairro do Limoeiro. Um livrinho fino e bem divertido contando pequenas histórias sobre Mônica e sua turma e as confusões que eles se metem.

Eu estava atrás de livros da L&PM Pocket ou da BestBolso para essa categoria, e não queria uma coisa muito grossa ou trabalhosa para ler. Então, fiquei deliciada quando achei essa publicação na Saraiva e não perdi tempo, comprei logo. Levei uma hora para ler, livro divertido e fofo, um gibi de capa dura. Estou tão acostumada aos gibis da Turma da Mônica Jovem que relembrar como a turminha era criança foi uma delícia. Recomendo.

15 de jun. de 2015

O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald) – RC 2015


Título: O grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Mês: Junho
Tema: Ambientado em outro país
Editora L&PM Pocket, 240p.

Os EUA da década de 20 é sinônimo da obsessão pelo sexo, quando a sociedade é fútil (onde o que importa é o dinheiro, o casamento interesseiro), o jazz é a música que embala as festas espalhafatosas e o gim é a bebida nacional. Jay Gatsby é jovem e rico, cuja vida e grandes festas para a sociedade são descritas por seu vizinho e mais tarde amigo Nick Carraway. Daisy, prima de Nick e grande amor de Gatsby, é casada com Tom Buchanan. Apesar de seu estilo de vida extravagante, Gatsby é um homem triste cujo objetivo é reconquistar Daisy, tudo que ele faz é visando a amada. Até mesmo encobrir um crime... Que pode ter consequências muito trágicas.

Não sei bem o que pensar desse livro, além do fato do final não ser nem de longe o que eu esperava. Não vi o filme com o Leonardo DiCaprio justamente porque queria ler o livro primeiro. Agora nem sei mais se verei. Na verdade, estou até surpresa com a minha decepção, porque eu já aprendi que poucos clássicos trazem aquele final “feliz” que eu costumo (quero dizer estou habituada a) desejar. Gostei da leitura, mas não é um livro que eu vá ler de novo porque, mesmo que eu tenha até simpatizado (um pouco) com Gatsby, aquela Daisy me irritou até a morte. Afinal, você não espera que a “mocinha” da história seja a imagem da futilidade que não merece o amor constante de um homem como Gatsby. Ao invés disso, merece cada minuto de infelicidade ao lado daquele marido preconceituoso que tem. O livro valeu a pena só por causa da crítica social fortíssima. Agora eu quero muito ver se Leo faz jus ao personagem.