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17 de ago. de 2015

Como quase namorei Robert Pattinson (Carol Sabar) – RC 2015


Título: Como quase namorei Robert Pattinson
Autora: Carol Sabar
Mês: Agosto
Tema: Engraçado
Editora Jangada, 460p.

Eduarda é uma crepuscólica (fã completa da saga Crepúsculo) assumida. Ela já leu, releu, marcou as partes que gostou e decorou os livros da série. Vive sonhando com Robert Pattinson, o ator que deu vida a Edward Cullen, o vampiro mocinho. Ela viaja com as amigas e irmã para um ano de intercâmbio e sua loucura é tanta que quando ela vê seu vizinho pela primeira vez, ela desmaia. Isso porque o cara é uma cópia fiel de Robert Pattinson. Por causa dessa sua fixação, Eduarda começa a ficar sem saber como agir do lado do cara, e quando ele começa a se interessar, aí que ela surta mesmo. Ás vezes, ela não consegue distinguir o real da sua imaginação fértil, o que a coloca em várias situações hilárias. Ao aparecer uma chance de conhecer o verdadeiro Robert Pattinson, ela age sem hesitar. Será que irá fazer o mesmo para ficar com o cara de quem ela realmente gosta?

Eu perdi a conta de quantas vezes tirei e coloquei esse livro na minha lista de desejados. Sempre quis ler, primeiro porque o título se referia a Robert Pattinson, de quem sou fã desde antes de Crepúsculo (sim, ainda bem). Segundo, porque todo mundo dizia que era uma história divertida. Admito, é mesmo. Muito. Mas também cansativa. Não sei se porque, ao fazer de sua protagonista uma fã ardorosa de Bella e Edward, ela tenha dado muitas características da Bella a Eduarda. Até as constantes repetições de que o cara que ela ta a fim é um deus grego, que chateação. Aliás, as referências a Crepúsculo não param por aí, tem mais, só que não suporto mais essa história, então não tenho paciência para enumerá-las. Com isso, não quero nem vou desmerecer o trabalho da Carol Sabar, pelo contrário. O livro é grande, mas as risadas que você dá lendo fazem a história correr, sem demora. Vale a pena.

6 de fev. de 2014

Seraphina, de Rachel Hartman – DL do Tigre 2014


Tema: Julgando pela capa
Mês: Fevereiro
Leitura do mês: Seraphina
Autora: Rachel Hartman
Editora Jangada, 384 p.

Seraphina é órfã de mãe, mora com o pai e a madrasta, e passa maior parte de seu tempo com o amigo de seu pai, Orma, e tendo aulas de musica. Mas ela esconde um segredo que se vier a tona, pode prejudicar sua família. Phina vive em uma época em que os dragões e os humanos convivem relativamente bem entre si, graças à assinatura de um tratado. É às vésperas da comemoração desse tratado, quando Ardmagar Comonot, o líder no mundo dos dragões, está chegando ao reino de Gored, que a vida da jovem começa a virar de cabeça para baixo: ela começa a ter visões que desconhece o significado, passa a ter lembranças de sua mãe, descobre a real ligação que existe entre ela e Orma e também o que ela é na verdade. Justamente nesse momento, em que ela trabalha como assistente do compositor da corte, um membro da família real aparece morto. As evidências apontam para um dragão, o que leva a desavenças e levantes públicos contra a chegada de Comonot. Ela de junta ao Capitão da Guarda da Rainha, o príncipe Lucian Kiggs. Todas as pistas levam a uma trama sórdida criada para destruir a tênue paz entre humanos e dragões, e Seraphina precisa lidar com sua verdadeira identidade, algo que pode arruinar sua vida.

O que me chamou atenção para esse livro foi a palavra dragão. Adoro dragões, e depois da série Ciclo da Herança, de Christopher Paolini, eu queria muito alguma outra história sobre essas criaturas. Seraphina não decepcionou. Li em dois dias, não conseguia parar. Logo no final, fiquei com uma sensação de “querer ler a continuação” (que não existe, esse livro é único), porque ficaram umas partes soltas, e o próprio final dá muito pano pra uma nova história. Ao mesmo tempo, fiquei feliz de ser só um, porque existem histórias que mesmo com panos soltos, seriam melhores ficarem em um livro do que se alongarem e perderem o foco (como existem alguns livros por aí). De qualquer jeito, eu adorei, A capa é linda e o subtítulo sugere exatamente aquilo que a personagem é. Recomendo completamente.