Todas as músicas já foram criadas? Já vimos
todas as cores existentes? Conhecemos todas as formas possíveis?
Felizmente, não.
Quando a pintora Azul Cobalto
descobre uma nova cor, que é impossível de ser impressa ou reproduzida; quando
o músico Félix cria uma nova melodia; quando Alicia Parodi, responsável por uma
escultura (a única pessoa que parece perceber que ela integra um conjunto que
forma uma grande obra); quando tudo isso acontece... O apocalipse vem logo em
seguida.
As três primeiras linhas dessa resenha mostram a
forma que começa a review na descrição dessa Hq nas lojas virtuais. Pelo tom,
percebe-se de cada um tom apocalíptico. E o leitor acerta em cheio.
Uma história curta, uma arte brutal. Parece que
essa é a marca registrada de Salvador Sanz. Eu não posso falar muito sobre isso
porque essa foi a primeira obra dele que eu resolvi ler. Apesar de não gostar
muito do tipo de história, a hq realmente impressiona. Valeu a leitura para me
fazer conhecer o autor.
Editora Zarabatana.
64 páginas.

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