Mostrando postagens com marcador Coronel Fawcett. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coronel Fawcett. Mostrar todas as postagens

21 de ago. de 2026

Fawcett (Colin Diniz)



Título: Fawcett
Autor: Colin Diniz
Editora Devir, 40p.

Uma história em quadrinhos sobre a expedição do coronel Fawcett em direção a civilização escondida nas selvas brasileiras. Em 1925, ele, seu filho e um amigo de seu filho embarcam em uma viagem sem volta, buscando uma civilização que, ele acreditava, ser de descendentes dos sobreviventes de Atlântida...

Eu achei essa HQ na surpresa, e já que a biografia do coronel estava na minha lista para o ano, achei que ler uma outra versão do que aconteceu na derradeira expedição de Fawcett seria uma boa. Gostei muito. O autor soube manter o mistério do destino de Fawcett e seu filho, e apostou em uma possibilidade “engraçada” sobre a cidade escondida. Uma ótima pedida, recomendo.

12 de ago. de 2026

O enigma do coronel Fawcett (Hermes Leal) – DLL 2026



Título: O enigma do coronel Fawcett
Autor: Hermes Leal
Mês: Agosto
Tema: Sobre viagem
Editora Geração, 288p.

Percy Harrison Fawcett, um capitão britânico, mais tarde conhecido por ser um aventureiro ousado, sumiu em terras brasileiras em 1925, na área onde hoje é o Parque Nacional do Xingu, em busca de uma civilização perdida que ele acreditava serem descendentes de sobreviventes da lítica Atlântida. Sem medir esforços e ultrapassando várias dificuldades, ele consegue entrar na região que queria desbravar... E nunca mais saiu.

Bom, sobre esse livro, o que eu tenho pra falar é que eu queria ler por pura curiosidade sobre o assunto. Gostei da forma que o autor aborda a vida do inglês, e também os detalhes sobre as viagens feitas. Confesso que o nível da arrogância de Fawcett e as voltas que ele dava para passar por cima de decisões governamentais me irritou demais.

[...] Fawcett estava disposto a realizar a expedição à sua maneira e obter todos os méritos para si. Ele sempre afirmara isso. [...]

Na verdade, a única coisa que pode ser admirada nesse homem é a certeza inabalável que ele tinha encontrar a tal cidade secreta, e como ele não mediu esforços pra isso. Porque de resto, ele era um produto do seu meio, com toda a arrogância do colonizador, e isso eu digo por quê? Porque ele ignorou as tentativas de trabalhar junto ao governo brasileiro, passou por cima de decisões de gente que conhecia e trabalhava na área que ele queria entrar ( – Os índios não sabem de nada – respondeu Fawcett.), porque ele não prestou os esclarecimentos que devia, tudo em nome do seu próprio orgulho e da vontade de ser o “único grande descobridor do Eldorado”. Gostei muito da leitura, totalmente indicado.